ELE ESTÁ CHEGANDO.

Fábio Campos

A frase é profética. E tem efeito apocalíptico. Muitas coisas poderiam significar, para o momento, que vivemos: o mês de dezembro, a próxima estação do ano, o início do verão, o final do ano em curso, os ventos alísios, o período de chuvas torrenciais. No entanto o que realmente iremos vivenciar, de tão grande relevância para os cristãos, brevemente, é a vinda do Menino Jesus.

A Igreja chama esse período de preparação para a chegada do Messias, de “Advento”. Do Latim “Adventus”; “vinda”; “chegada”. É palavra, inicialmente, de origem profana designava a vinda anual de divindade pagâ, ao templo, para visitar seus adoradores. [Roma Antiga a.C.]. Significa também a primeira visita oficial de um personagem importante, ao assumir um alto cargo. Uma moeda de Corinto perpetuam a lembrança do Adventus augusti, o dia da chegada do imperador Constantino.

Nas obras cristãs dos primeiros tempos da igreja, especialmente na Vulgata [tradução latina da Bíblia, feita por São Jerônimo 340-420 d.C.] Adventus se transformou no termo clássico para designar a vinda de Cristo à terra, ou seja, a Encarnação, inaugurando a era messiânica, depois, sua vinda gloriosa no fim dos tempos.

Os primeiros traços da existência de um período de preparação para o Natal aparecem no século V, quando São Perpétuo, bispo de Tours, estabeleceu um jejum de três dias, antes do nascimento do Senhor. É também do final desse século [V], a “Quaresma de São Martinho, que consistia num jejum de 40 dias, começando no dia seguinte à festa de São Martinho.

São Gregório Magno [590-604] foi o primeiro papa a redigir um ofício para o Advento, e o sacramentário Gregoriano é o mais antigo em prover missas próprias para os domingos desse tempo litúrgico.

No século IX, a duração do Advento reduziu-se a quatro semanas, como se lê numa carta do Papa São Nicolau I [858-867] aos búlgaros. E no século XII, o jejum havia sido substituído por uma simples abstinência. Fonte: Search Copilot.
Estamos entrando num período propício a afeição, afeto, amparo, acolhida, acolhimento, afinidade, tempo de confraternização, devoção, entrega, empatia,, caridade, filantropia, altruísmo. Não deixa de ser também um tempo gratificante, retribuidor, recompensador.
Se como dizem as palavras tem poder, então um feixe delas, carregadas de boas energias muito provavelmente enchem os nossos corações de positividade. Isso remete-nos a tempos idos em que recebíamos cartões de felicitações de boas festas, bem por essa época. E guardávamos com tanto carinho aquelas mensagens. O papai Noel desbotou, a neve amarelou, no entanto as palavras continuam vibrantes, vivas, se renovando a cada “Feliz Natal!” e “Feliz Ano Novo!”.

A cada final de ano é tempo de fazer um balanço, uma limpeza, nas gavetas mentais, memoriais, mentais, elevar nosso pensamento a Deus agradecer pelas oportunidades alcançadas, e também pelas que não alcançamos. Até aquelas, que julgamos perdidas na verdade serviram pra alguma coisa. Uma aprendizagem, um experiência, uma lição de vida.

Também as gavetas físicas, onde guardamos com carinho, os nossos pertences mais afetuosos. Em meio a quinquilharias, um boton de campanha publicitária, um broche, um relógio de pulso, uma caneta que não escreve, mas que tem tão grande valor afetivo, uns óculos quebrado, uma agenda de 2 mil e antigamente, dentre outros. Encontramos diversos “cartões” de Natal e Ano Novo, de tão velhos estão gastos. Outros, improvisados em folhas de caderno, feitos por ex-alunos e ex-alunas. Haverá deles que hoje, muito provável já sejam pais de família, já alçaram voos altos na jornada da vida. É o sonho de todo profissional, em especial de todo educador, ver os frutos de suas sementes plantadas, frutificados.

Ao ler novamente aquelas palavras de carinho, nas folhas amareladas pelo tempo, novamente o coração torna a pulsar mais forte. As palavras possuem esse poder mágico, de alegrar, reviver, fazer renascer bons sentimentos. E o momento, para mim, é de gratidão. Gratidão a Deus, por ter tido de em algum momento da minha existência, proporcionado, algo de bom para alguém. Ter na caminhada da vida chegado até aqui, olhado pra trás e dizer: valeu, a pena. “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena. Fernando Pessoa.”

ELE ESTÁ CHEGANDO o Natal. Vamos por algum momento voltarmos nosso olhar, para a manjedoura, para a estrela de Belém, para o presépio montado nos nossos lares, nas nossas igrejas. E principalmente nos nossos corações. Vamos nos permitir. Olhar com carinho para a manjedoura do nosso coração, ajeitar, pra que esteja aquecida, de muito amor, para receber o Menino-Deus. Desarmar nossos corações, arrumar nosso “ninho”, nosso receptáculo de amor. Sejamos sacrários vivos de Belém. Façamos uma faxina, uma limpeza nele. Não tem como o menino chegar ali e estar tudo bagunçado. Desarmemo-nos de tantas cargas pesadas que vamos pegando, ao longo do caminho. Ao longo do nosso caminhar. Vamos pensar no Jesus Cristo, que tão sabiamente disse: “vinde a mim vós que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Mt 11;28”

O MENINO JESUS quer nascer no meu, e em vosso coração. Ás vezes fico me perguntando, por que o menino Jesus aparece nos braços de santos da igreja católica ainda pequenino, se àqueles santos vieram ao mundo e deram seu testemunho, muito tempo depois da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo ao mundo? Muito tempo depois Dele, ter se Encarnado no seio da Virgem Maria, viver sua Paixão e subir ao céu. Quero acreditar que é justamente por aquela passagem em que Ele diz: “Se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus Mt 18.3-5”

Santo Antonio, é um deles, São Cristovão também. E o menino que teria aparecido, na praia, a São Agostinho, quando este estudava o mistério da Santíssima Trindade? Encontra um menino, o santo pergunta: “-Menino o que estais fazendo? -Vou colocar toda a água do mar nesse buraco.” E o santo rebate: “-Isto é impossível menino. Como podes querer colocar toda essa imensidão de água neste buraco!” Com olhar sereno, em tom forte, o menino responde: “Em verdade te digo: é mais fácil colocar toda a água do oceano neste buraco na areia, que a inteligência humana compreender os mistério da Santíssima Trindade.” E o menino desapareceu de suas vistas. Fonte: miraculum.com.br Não seria aquela criança, o menino Jesus?

UM POUCO DE HUMOR PRA ENCERRAR
PIADA PRODUZIDA POR I.A. A REPORTER PERGUNTANDOS A HOMENS VELHOS

-Qual Foi a Maior LOUCURA que o Senhor já Fez na CAMA?
- A Mulher PEDIU QUE EU LHE AMARRASSE. EU AMARREI ELA, E FUI JOGAR BOLA!

- O Senhor SABIA que A CACHAÇA e a CERVEJA São os MAIORES INIMIGOS DO HOMEM?
-SEI, SIM! E o Homem Que FOGE DOS INIMIGOS É UM COVARDE!

- POR QUE o Senhor Não Sai dessa VIDA e Arranja UMA MULHER BONITA?
-ORA MENINA! PORQUE Mulher BONITA é Igual MELANCIA GRANDE! Ninguém COME SOZINHO.

O SENHOR Já Foi No MÉDICO?
-JÁ! ELE Mandou Eu Mudar de ESTADO. Vou Mudar de SÃO PAULO pra MINAS.
-É QUE ELE FALOU NO ESTADO QUE ESTOU NÃO POSSO BEBER MAIS!

-O SENHOR GOSTA DE MULHER CHORONA?
-EU AMO Mulher Chorona. Porque QUEM NÃO CHORA NÃO MAMA.


BEM-VINDO DEZEMBRO. SALVE O ADVENTO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!

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