A COPA, A SALA DO MUNDO.O mundo, de olhos voltados para este que é, sem sombra de dúvidas, o maior evento esportivo da humanidade a Copa do Mundo de Futebol, vive a sua 23ª edição. Não vamos nos deter em citar números, apesar de sabermos o quanto eles impressionam. Nosso foco primordial será sempre: as línguas, os falares, as expressões idiomáticas, a simbologia, o neologismo.
Nesta segunda-feira (29/06), com o jogo entre Brasil e Japão, estaremos entrando numa nova fase da copa, denominada de “16 AVOS”. Curiosidade aguçada, fomos a busca da informação. O porquê do uso do “AVOS”. A terminação “avos”, é utilizada para designar frações cujos denominadores são maiores que dez. Essa terminação tem origem no termo em Latim: “octavus”, que traduzida para o português significa “oitavo”. Ora sabemos que já existe, nas copas, as oitavas de final, as quartas de final, as semi-finais, e a final. Nessa copa, pela primeira vez com um número tão grande de seleções participantes: 48 equipes. Daí a necessidade da inclusão dessa etapa: 16 AVOS. Haverá portanto um “mata-mata”, envolvendo as 32 equipes que restaram, disputando, entre si, em dois blocos de 16 seleções.
Na transmissão dos jogos pela tevê portuguesa, não há de estranhar, o público, se os narradores usarem estas palavras: FELONIA: Traição; aqui no Brasil vira: “trairagem”, “caxia”; FERROBRÁS: Valente; no Brasil: “afoito”, “danado”; PAVÓCIO: Ingênuo; no Brasil: “abêstado”, “babaca”; JACTAR-SE: Vangloriar-se; no Brasil: “Todo Pabo”, “pabuloso”; ZAGUNCHADA: Cotovelada; no Brasil: “Deu Chupeta” ou “uma chupetinha”.
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Colunistas: "PRA FRENTE BRASIL! BRASIL! SALVE A SELEÇÃO!"
LiteraturaFábio Soares Campos 30/06/2026 - 08h 10min Acervo do Autor
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