Todo santanense em si, tem seu lado poético, alguns são mais arteiros, outros menos sagazes. A década de 60 do século passado marcou o período das inesquecíveis serestas em Santana, revelando grandes seresteiros.
Os bares, do Maneca, do Lira e o café do Tonho de Marcelon eram os pontos de encontros dos santanenses amantes do luar e do cafezinho. As letras das canções da época sempre traziam em seu conteúdo o tempero do amor e do ciúme. As serenatas de ouvido no rodapé das janelas, sob o clarão do luar, era uma cena constante entre os jovens, que encontravam aí uma forma simples de revelar o seu amor à pessoa amada. Santana vivia os momentos dos chás dançantes na AABB e das matinês no Tênis Clube.
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Literatura: Uma Farra que Ficou na História
CulturaPor Remi Bastos 22/04/2017 - 00h 37min Reprodução Facebook
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