No clima natalino e de final de ano, que nos encontramos. O espírito, ainda, cheio da alegria que esse período nos proporciona. E uma informação nos chega. É que, nosso confrade, da Academia Santanense de Letras Ciências e Artes, escritor Djalma de Melo Carvalho fora internado, e se encontrava em tratamento médico.
Força, caro confrade! Deus, no comando. Torcemos pela sua, breve recuperação. A vida é assim. Cheia de altos e baixos. Sempre nos trazendo surpresas. Seja começo, meio, ou fim de ano, elas ocorrem. No entanto, por estarmos com o espírito mais elevado pelo momento que vivemos, os acontecimentos tomam outra proporção. Ainda hoje vi aqui nas redes sociais, uma lista com 10 itens questionando, a você que já entrou na casa dos sessenta, se ainda consegue?
Farol da curiosidade aceso. Buscamos. Afinal, já fazemos parte do time, dos que além de jubilados, já acrescentamos mais de um lustro, ao somatório de ciclos de voltas que a terra deu em torno do sol a nossa existência. O conhecido, rol de anos vividos. Portanto, gostaria de compartilhar, com você caro leitor e leitora, aqui, nesta crônica, os 10 itens que pergunta, a nós, os que já passaram dos sessenta anos, se ainda conseguimos, realizar estes eventos: “1- Você consegue se levantar sem ajuda? 2- Você se dá bem com a tecnologia? 3- Você continua dirigindo, e se sente seguro? 4- Você carrega as sacolas de compras? 5- Você sai para caminhar todos os dias? 6- Você é financeiramente independente? 7- Você gosta de aprender, e experimentar coisas novas? 8- Você viaja, e planeja suas viagens, só, ou acompanhado? 9- Você mantém sua casa em ordem? 10- Você faz planos com amigos, e familiares? Fonte: Microsoft.bing.”
No mesmo espaço virtual, alguém sugeriu: “Os 7 melhores remédios, para todos os males: 1- Sol; 2- Ar fresco; 3- Exercícios físicos; 4- Água; 5- Amor; 6- Descanso; 7- Dar boas risadas.” A depender dessas listas, estou bem obrigado. Não fecho os 100%, mas chego perto. Tiro um fino”, como diria meu amigo e confrade Capiá. Além do mais, é tudo de graça, 0800."
Outro assunto. Você tem uma rede, em casa? Não, não me refiro à internet, mas, a rede do Cariri. Isso mesmo, a famosa rede do Ceará. Teve um cara, no Instagram Rafael da Silva Fernandes, que enalteceu tantas qualidades desse artefato, que me convenci a reproduzir parte do seu discurso. “Ela é, um portal espiritual, que nos proporciona acolhimento, proteção e pertencimento. Leva-nos a condição do útero materno, e nos faz uma reconexão com a criança interior que um dia fomos. Despertando, quase que inconscientemente, a leveza, a alegria e um aumento significativo da criatividade. Ao tirarmos os pés do chão os nossos pensamentos começam a desacelerar, nossas preocupações se dissolvem, fazemos uma limpeza mental.”
Basta a simples visão de uma rede do Ceará, e a minha memória afetiva é ativada. Revejo o tempo de infância. Uma casinha velha de alpendre, os meus avós materno. Lá pras bandas do sítio Gavião e Pédrão, zona rural de Olho d’Água das Flores. A rede do Ceará, possui qualidades que só agora consegui enxergar: é uma peça decorativa, de beleza ímpar. No sertão vai estar presente em, praticamente, toda casa de família. Vai fazer parte da vida das pessoas, desde o nascimento, até o final. Pois serve de berço; substitui divinamente uma cama; uma ótima opção para o descanso vespertino; uma área de lazer para as crianças; quando é balançada os punhos produzem som característico; no passado serviu de cama para as volantes e cangaceiros; e até de caixão de defunto, para os menos favorecidos.
Fica aqui a dica. Saiamos um pouco da rede internacional de computadores, e nos conectemos a uma rede do Ceará. Como bem disse o influenciador digital, lá no instagram, ela possui seu lado místico. Ao que nós, aumentamos sua nuança. Mostrando também, seu lado recreativo, e que é uma filosofia de vida. Faz parte da história, Jean-Baptiste Debret [1768-1848] artista plástico francês, pintou “Regresso de Um Proprietário”, que retrata uma cena cotidiana, do Rio de Janeiro, no século XIX, um homem dentro de uma rede do Ceará, sendo carregado por dois escravos.
Uma rede totalmente estendida, se assemelha, a uma antena parabólica. Já disse em outra crônica que os supersticiosos não passam por baixo, de uma rede armada. E que podemos dentro dela virar o fundo pra cima e equilibrando-nos na abertura, como que viajar no espaço, imitando uma nave espacial, ou um balão inflável.
Sandálias. De repente o assunto viralizou. A nós interessa a etimologia do termo. “O termo vem do Latim “sandalium”, que se originou do grego “sandalion”. Se refere a um tipo de calçado aberto, leve e confortável, especialmente para regiões de clima quente. Fonte: Bing.”
“As sandálias Havaianas tem suas origens no Brasil, criadas em 1962, pela empresa Alpargatas. Inspiradas nas tradicionais Zori, sandálias japonesas feitas com palha de arroz. Adaptadas ao clima tropical brasileiro, com solado de borracha, e textura que imita grãos de arroz, o nome “Havaianas” foi escolhido para evocar a leveza e o frescor, do estilo de vida das ilhas havaianas. Desde o início, o produto era vendido em caminhões e feiras populares, com o tempo, a marca se posicionou no mundo da moda, conquistando celebridades e desfiles internacionais. Fonte: Bing.”
UM POUCO DE HUMOR PRA ENCERRAR
UM CARA PERGUNTA NO IPHONE:
-ALEXIA, que Opções Me Sugere PRA EU PASSAR O REVELLION?
-Pelo Saldo de Sua Conta Bancária, Sugiro a CASA DAS TIAS.
-Que TIAS, ALEXIA?
-TIAquietas, TIAcalmas, TIAvexe Não!
LINGUAGEM DO SERTANEJO
Sertanejo NÃO DIZ: SEMANA QUE VEM; NEM PRÓXIMO ANO.
ELE DIZ: DE HOJE A OITO, JÁ É PARUANO!
DOIS POLICIAIS ESTÃO NA RONDA. E PARAM EM FRENTE A UM BORDEL.
NA Porta, Uma GAROTA DE PROGRAMA. UM Deles FALA:
-Tá Vendo aquela Garota? ELA FAZ O QUE VOCE QUIZER! POR 100 REAIS!
-É Mesmo. MOÇA VEM CÁ. VOU TE DAR $100 PRA VOCE TIRAR O MEU DIA DE SEVIÇO NO DIA 31, TÁ?
FELIZ ANO NOVO! FELIZ 2026!
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