Colunistas: PCC, CV, CCCP, VC?

Literatura

Fábio Soares Campos

Realmente, estamos vivendo a era da simplificação. E o campo da linguística, claro, não iria escapar. No final da última semana, vi aqui na internet, um vídeo que muito bem sublinharia esse nosso comentário inicial. Um rapaz, infelizmente não anotei o nome, comentava no Instagram que ao ir a padaria presenciara um diálogo entre mãe e o filhinho de 4 anos, que, se fosse compartilhado nas redes sociais só seria entendido por nós brasileiros. E, esclareceu, não seria uma questão idiomática apenas. Vejamos. A mãe diz pro filho: “-Ó o au-au! E o filho: “-Au-au?”, “-Au-au, Ué?”.

Como vimos. Neste colóquio, ocorreu o uso só de vogais. Em uma forma mais culta, ficaria assim: “-Filho, olha o cãozinho! -Cãozinho. Onde? – Sim! Cãozinho, logo ali?”. Já abordamos esse tema aqui. A nossa volta, no nosso cotidiano, encaramos diuturnamente: siglas, abreviaturas, abreviações, e símbolos. Interessante é que, a cada vez que trago, algo novo aprendemos. Além, claro, de consolidar o que anteriormente havia aprendido.

Por exemplo: Siglas: são as iniciais das palavras ou sílabas que compõem uma expressão. Ex: ONU (Organização das Nações Unidas); USP (Universidade de São Paulo). Só que existem os pormenores: Siglas formadas por até 3 letras, são todas escritas com maiúsculas. Ex: PM (Polícia Militar); PUC (Pontifícia Universidade Católica); o mesmo acontece com siglas que são pronunciadas todas as letras: BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro. No entanto, siglas formadas por mais de 3 letras, pronunciadas como uma palavra, somente a inicial será grafada com letra maiúscula. Ex: Masp (Museu de arte de São Paulo).

Clique Aqui e leia a crônica completa

Comentários