Colunistas: CUIDADO COM OS NEGÓCIOS!

Cultura

Por Redação com Djalma de Melo Carvalho

Nos meus fantasiosos sonhos, às vezes me vejo no sério ambiente de trabalho de cinquenta anos atrás na agência do Banco do Brasil de em Santana do Ipanema. Retrocedo no tempo e me vejo entre colegas, gastando os tímpanos ante o ensurdecedor barulho de meia centena de máquinas de datilografia, todas funcionando ao mesmo. Máquinas que jamais desconfiaram do seu triste destino: o lixo de ferro velho, imprestáveis, obsoletas. Depois da missão cumprida elas cederam lugar à tecnologia. Em seu lugar, de uns tempos para cá, surgiu o silencioso e sutil toque digital do mouse. Do teclado digital ao moderno monitor, o mundo ficou muito perto de todos nós, operadores, por conta da chamada Inteligência Artificial.

No outro lado do balcão – recordo-me – o salão do Banco estava repleto de agricultores e pecuaristas em busca de financiamentos, para custeio de safra agrícola e melhoramento do rebanho e da propriedade. A agência via, assim, o regurgitar de tanta gente, homens do campo, candidatos a empréstimos por intermédio do seu banco oficial, o Banco do Brasil, fomentando o desenvolvimento nacional.

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