Um domingo fomos ao Museu da Língua Portuguesa em São Paulo. Lá havia uma vasta programação cultural. O tema “A origem da língua portuguesa”. Desfilavam filmes que falam da Cultura e da Literatura do Brasil. Podemos dizer: de Machado de Assis ao Rap, e culminava com os repentistas Caju e Castanha que cantavam uma poesia de Gregório de Matos. O que me chamou atenção foram os poetas de são Paulo aclamando sua cidade. Lembrei dos poetas de Santana que sempre estão aclamando suas belezas, seu povo e sua cultura. É do nosso feitio evidenciar os conterrâneos que engrandecem a cidade e o seu povo. Hoje estou apresentando a segunda edição do livro “A filha do Lodo”, graças aqueles que valorizam e fazem com que a cultura santanense permaneça viva. Lancei a primeira edição da Filha do Lodo, aqui na Câmara dos Vereadores, na gestão do Prefeito Marcos Davi, e da secretária de Cultura Selma Campos. Graças às primas Aleyne e Aline Nobre consegui apresentar aos conterrâneos “O sonho de Alice”, “A Arte Rosa do popular ao erudito” e “A Filha do Lodo”.
Entre os conterrâneos que contribuem com a cultura da cidade, havia alguém que estava ali e eu não tive a oportunidade de conhecê-lo. Vi as fotos do lançamento divulgadas no Portal Maltanet e procurei conhecer este veículo que construiu e valorizou os escritores santanenses. Quando conheci Malta, falou-me que, dos meus livros, gostou mais da filha do lodo e que um dia faria sua segunda edição. A partir do Portal Maltanet, eu e os escritores santanenses tivemos oportunidades grandiosas de divulgarmos nosso trabalho e hoje somos reconhecidos como escritores que engrandecem nossa terra. Hoje, por meio de nossa literatura fazemos parte da Academia Santanense de Letras, Ciências e Artes. Temos muito orgulho de sermos santanenses, porque as pessoas d’aqui valorizam a cultura da terra e respeitam os que a ajudam a mantê-la viva. Agradeço a todos que estão aqui. E digo sempre: as pessoas de Santana são carinhosas e amantes da cultura, se não fosse assim, o que seria dos poetas da terra. Muito obrigada a Malta por todo incentivo que tem nos dado. E que Senhora Santana o conserve com essa sabedoria, de se construir bem uma cultura.
POR QUE NÃO ACLAMAR NOSSA TERRA?
CrônicasLúcia Nobre 21/06/2015 - 11h 21min
Escritora Lúcia nobre ressaltando essa crônica quando do lançamento do livro A FILHA DO LODO no dia 03/06/2015 no AABB Santana do Ipanema
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