Tomei muito banho em suas águas,
Vivia num conto de fadas.
Quantas árvores submersas em seu lago??
Mas, preocupação passava a largo,
Na pescaria de tucunaré.
Não sei se ainda existe um pé.
De uma braúna desgalhada,
Bem pertinho de uma estrada.
Quando o açude estava cheio,
No remanso, ela ficava no meio.
Era o lugar mais disputado,
Por aquela meninada.
Um feixe de varas se estendia
Para capturar o peixe
Que ali se escondia.
Poesia publicada no livro À SOMBRA DO JUAZEIRO - Coletânea Portal Maltanet - 2008
RIACHO DO BODE
PoesiasPor João Francisco das Chagas Neto (João do Mato) 01/12/2014 - 02h 35min
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