Acabo de ler no jornal virtual, Conversa Afiada, trechos da palestra proferida por uma autoridade, dita conhecedora do povo brasileiro, sobre o tema “Diferenças Raciais”.
O ilustre palestrante, certamente sociólogo, biólogo ou naturalista, disse uma obviedade: “Todo brasileiro tem um pouco de sangue branco, um pouco de sangue negro e um pouco de sangue índio.”
Do branco colonizador, do negro africano e do índio nativo, herdamos o fantástico caldeamento de raças, a inconfundível miscigenação do povo brasileiro, que gerou a “moreninha sestrosa” e o “mulato inzoneiro” do genial samba “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso.
Disse, ainda, o palestrante que o jeitinho brasileiro vinha dos nossos indígenas, também deles a curiosa mania de tomar banho todos os dias.
O colonizador em aqui chegando, já encontrou os povos indígenas como donos das terras que ocupavam, por força do direito congênito e originário, consagrado, posteriormente, pela Coroa Portuguesa em Alvará Régio de 1680. Depois daí vieram outros ordenamentos jurídicos de resguardo desses direitos territoriais que continuam assegurados no texto da Constituição brasileira.
Com o decorrer dos séculos, em contato com os colonizadores, com os bandeirantes e com os povoadores das terras doadas em sesmarias, foram os índios, paulatinamente, empurrados para o interior do território nacional, localizados, hoje, em biomas, concentrados, sobretudo, na Amazônia Legal.
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Colunistas: MENSAGEM SECRETA
LiteraturaPor Djalma de Melo Carvalho 18/06/2020 - 17h 20min https://polinize.com/embratel-comemora-50-anos-da-transmissao-da-chegada-do-homem-a-lua
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