“Mês de Julho já chegou/ E a festa começou/ É a Festa de Santana Nã nã nã nã nã nã/ Vou fazer uma Oração/ Para o Cristo Criador/ Para trazer Mariana Nã nã nã nã nã na. Sant’Ana. Música, interpretação: Banda Quinteto Violado. Composição: Fernando Filizolla. Fonte: letras.mus.br”
O título da nossa crônica de hoje, estaria a referir-se aos “Pinguins”. Não exatamente as aves da família Spheniscidae, que vivem, na sua grande maioria, no gelado continente da Antártida. Mas, a pequenos estabelecimentos construídos em praças públicas, de muitas cidades aqui do nosso sertão nordestino. Eles influem na paisagem, na arquitetura, na urbanidade, na cultura e na historicidade das urbes onde foram erguidos. Com finalidades específicas de funcionarem sorveteria, lanchonete, Muitos deles são dotados de um pequeno mirante, na cobertura, que em época de desfiles cívicos e campanhas eleitorais funcionaria como palanque.
Isso acaba remetendo-nos aos eventos criados no entorno desses “Pinguins”, ao longo de gerações. Ainda que mudem a estrutura original, a funcionalidade, ou simplesmente desapareçam, e sejam demolidos. Citaremos a título de exemplo, a “Turma do Pinguim”, daqui de Santana do Ipanema - AL. Há 26 anos [desde o ano 2001], aqueles jovens da década de 70, que, lá, por volta da décima edição da “Festa da Juventude-1974” curtiram intensamente as gincanas automobilísticas, ciclística, “jecana” [corrida de jegue] o ápice da festa eram estas competições. Este ano, viverão a 26ª edição do “Reencontro da Turma do Pinguim.” O evento está marcado para o próximo sábado (11/07), no centro de eventos “Oásis. O homenageado desde ano será nosso irmão locutor/radialista Francisco Soares.
Em tempo, fizemos um cordel intitulado: “Francisco Soares, poesia e Biografia”, Está publicada no nosso blog: fabiosoarescampos.blogspot.com Ainda sobre os “Pinguins” relembramos que existiu um, no bairro Monumento, com frente a igrejinha de Senhora da Assunção. Construído na administração Firmino Falcão (Seu “Nozinho”) a sorveteria “O Pinguim”[1957?]. Estabelecimentos semelhantes aqui na nossa região existiram [alguns até hoje resistem], nas cidades de Dois Riachos, Olivença, Senador Rui Palmeira [demoliram um antigo, e construíram outro novo], Olho d’Água das Flores, Ouro Branco.
Mudando o assunto para Gramática, e Neologismo. “Eu havia imprimido” ou “Eu havia impresso” o documento. Eu sempre tive dúvida. Na sua página do Instagram “portuguescomlidiane”, a professora de português, explica. Existem duas formas de se flexionar o verbo NO PARTICÍPIO PASSADO: na sua forma REGULAR [mais longa], ao lado dos verbos TER e HAVER: “Eu tinha imprimido...”; “Eu havia imprimido...”. Impresso é a forma IRREGULAR [mais curta] obrigatoriamente deve-se usar ao lado dos verbos SER e ESTAR. Exemplo “Os documentos foram impressos ontem.”, “Os documentos estão impressos.” Consideremos que a forma do verbo tempo presente é: imprimir.
De onde vem a expressão “de arak”. A professora Yasy na sua página do Instagram esclarece: “Médico de arak.”; “História de arak.”; “Amigo de arak.” O ARAK é uma bebida árabe de altíssimo teor alcoólico. Aqui nós costumamos dizer que: “A bebida entra, e a verdade sai.”. Na Arábia é o contrário: “O Arak entra e a mentira sai.” Daí, quem excedia na bebida ao contar exagerava nos acontecimentos. O termo acabou relacionado a mentira, e logo imigraria pra significar tudo que é falso.
As frases: “Bife à Milanesa.” e “Espaguete à Bolonhesa.” Possuem acento indicativo de crase ( a+a=à). De acordo com o professor Dilson Catarino, na sua página do Instagram esclarece que, diferente destas outras aqui: “Frango a passarinho.” e “Bife a cavalo.” As duas primeiras frases necessitam da aposição de crase, porque nelas há subentendida a expressão “moda de; maneira de.” E não porque são seguidas de palavras masculinas. Se assim fosse, não haveria crase na frase “Cabelo à Neymar.”
E aí, como conjugar VERBOS DEFECTIVOS, no Presente do Indicativo. Por exemplo: Banir (Eu bano = Não!), Falir (Eu falo =Não!), Colorir (Eu coloro =Não!), Esculpir (Eu esculpo = Não!), Demolir (Eu demolo = Não!). A opção para esses casos, é usar o GERÚNDIO: acrescentando o verbo ESTAR como auxiliar: Eu estou banindo; Eu estou falindo; Eu estou esculpindo etc.
Palavras que falamos o nome errado, simplesmente porque não conhecemos o termo correto. Thati na sua página do Instagram ‘Curiosithati” esclarece: O nome correto da borracha que limpa o pára-brisa do carro é: PALHETA; A borracha da porta da geladeira, o nome certo é: GAXETA; o nome correto, daquele círculo de metal que prende a borracha de apagar, na ponta do lápis é: VIROLA; O nome daquele pratinho todo furado no centro da cuscuzeira é: RALO VAPORIZADOR; o nome daqueles filamentos no meio das folhas vegetais, é: NERVURA; Aquela peça do zíper que pegamos para fechar ou abrir, é chamada: CURSOR; O nome certo da parte de trás do pescoço, não é cangote, é: CERVIZ. Pois é, vivendo e aprendendo, eu sempre chamei de nuca.
“Que bonito é as bandeiras tremulando/ A torcida delirando/ Vendo a rede balançar/ Que bonito é, a mulata requebrando/ Os tambores repicando/ Uma escola desfilar/ Que bonito é, pela noite enluarada/ Numa trova apaixonada/ Um cantor desabafar [...] A música: “Na Cadência do Samba” . Composição de 1956, é de autoria do pernambucano Luiz Bandeira que acabaria se transformando no hino do futebol. Especialmente depois de adaptada a um instrumental produzido pelo maestro Waldir Calmon. Com exclusividade para o cine jornal: “Canal 100”, que precedia as exibições cinematográficas, das sessões de cinema, nas décadas de 60 e 70. Fonte: letras.mus.br/search copilot.”
PAUSA PARA REFLEXÃO: “Uma borboleta me chama atenção/ Voando dispersa pela natureza/ E não me admira que na sua beleza/ Passou por estágios de transformação/ Na metamorfose ela passa por fases/ Estive pensando detalhadamente/ É nesse processo no qual ela passa/ É do mesmo jeito na vida da gente/ Vivemos de fases, e isso é hilário/ As vezes machuca mas é necessário/ Para que possamos voar, lá na frente/ E a metamorfose por mais que ela doa/ Uma borboleta depois que ela voa/ Jamais voltará a rastejar novamente. Fonte: Podcast: ArturVilar nordestino.”
UM POUCO DE HUMOR
FILOSOFIA MALUCA
Se Tempo é DINHEIRO. Então o CAIXA ELETRONICO é uma Máquina do Tempo?
Se a SENHA é PESSOAL. Como é que a Maquininha Sabe que ERREI A SENHA?
QUEM Nasce em Marte é MARCIANO. Quem nasce na LUA é LUCIANO?
Se a MULHER ESTÁ SEMPRE CERTA. E o Homem Sempre Errado. SE O HOMEM disser que a Mulher Está CERTA. Ele Está ERRADO?
Se o PATO Quebra Uma PATA. Ele Fica Manco ou VIÚVO?
UM SENHOR IDOSO ESTÁ NO SUPERMERCADO QUANDO UMA LINDA JOVEM O ABORDA:
-QUERIA CONVIDAR O SENHOR PARA SAIR.
-MOÇA. NÃO POSSO EU SOU CASADO!
-E EU SOU A GERENTE. E NÓS JÁ VAMOS FECHAR.
FELIZES FESTAS DE JULHO!
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