Escrevi seu nome na areia,
A onda, com raiva, apagou,
Achando que era coisa feia,
Com ciúmes do nosso amor.
Então desenhei um coração,
Com uma seta atravessado,
Segurado por minha mão,
De amor e carinho, enfeitado.
A onda bravia não apagou,
De longe, seu nome olhou,
De mansinho, foi embora,
Com ciúmes do amor desfeito.
Arfando um coração no peito,
Levou seu nome onda afora.
(AM)
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