VIII CAMINHADA HOMERO MALTA E FLORIANO SALGUEIRO

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Santana do Ipanema


VIII CAMINHADA HOMERO MALTA E FLORIANO SALGUEIRO

- PEDRA D’ÁGUA DOS ALEXANDRES


Por Remi Bastos Fotos: Juca Souza

Os caminhantes, a estrada, a faixa de boas vindas, a recepção e a subida ao serrote, todo esse conjunto constituiu a peça fundamental para o sucesso da nossa VIII Caminhada Homero Malta e Floriano Salgueiro ao sítio Pedra D’água dos Alexandres. Mais uma vez a sensibilidade e a emoção contagiaram a todos num momento raro de beleza e fantasia, versada no comportamento dos participantes e da simplicidade dos nossos anfitriões. Como foi importante ter você pela primeira vez ou mais uma vez conosco, de podermos sentir a fragrância de Deus em cada passada, em cada abraço e num aperto de mão, e compreender que a amizade é a maior arma que podemos ter em mãos para afastarmos o inimigo da nossa familiaridade.

A VIII Caminhada certamente ficará contida nas páginas douradas do nosso livro de memória, como uma das melhores das que participamos.

Ao todo 54 caminhantes com um mesmo objetivo, conseguiram chegar ao topo do serrote da Pedra D’água. Todavia, o cansaço e a sede, fizeram com que muitos apenas se contentassem em chegar. Somente 18 caminhantes conseguiram alcançaram o telhado do serrote. Após registrarmos algumas fotos na capelinha, cuja simpatia fora absorvida pelos anos, prosseguimos à subida deixando para trás o rastro de um pedaço do caminho vencido.

As urtigas situadas nas vizinhanças das rochas procuravam se defender dos alienígenas através do ácido contido nos pelos de suas folhas, causando queimadura e ardência em quem as tocassem. Mesmo assim conseguimos vencer este obstáculo, nos desviando também dos espinhos do juazeiro espalhados ao longo da picada. Várias fotos foram tiradas para cada situação, nada passaria despercebido dos destemidos aventureiros.

Finalmente chegamos ao topo do serrote, onde mais uma vez fomos presenteados pelo belo cenário, dominado por uma paisagem desenhada pela plenitude da natureza. Registramos a nossa chegada, e logo após, num ato de agradecimento foi lido pelo penitente Xogoió o Salmo 33, e em seguida de mãos dadas rezamos a oração maior que Jesus ensinou a humanidade, finalizando com o hino da nossa Padroeira Senhora Santana. A descida foi rápida, e logo estaríamos nos juntando ao restante dos caminhantes que preferiram permanecer na sede onde seria servido o almoço.

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