Nem tudo é militância. Nem todo lugar é espaço de discurso.
A lacração cotidiana virou vício: grita, performa, aponta dedos — e entrega pouco.
Representatividade não é obrigação coletiva de validar penteado, roupa, linguagem ou gosto pessoal. Liberdade é escolher ser quem você é. Imposição é exigir que os outros aplaudam.
Empresa não é extensão da identidade de ninguém. Não é confessionário, não é tribuna e muito menos vitrine ideológica. Empresa tem dono, regras, cultura e imagem. Quem entra se adapta. Quem não aceita, sai. Simples.
Quer um exemplo básico? Uniforme. Ninguém entra em campo querendo jogar “do seu jeito”. Quem não veste a camisa, fica fora do jogo.
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Colunistas: TRABALHO NÃO É PALCO
LiteraturaPe. José Neto de França 06/01/2026 - 09h 29min Acervo do autor
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