Desde o momento em que nos damos conta de que estamos no mundo, de que somos seres únicos, providos de liberdade, de capacidade de escolha, de tomada de decisões, de sentimentos dos mais diversos, etc., que começamos a intensificar nossa personalidade, nosso jeito de ser, nossos gostos, tendências, forma de pensar e associamos tudo isso ao que já trazemos conosco desde que fomos fecundados, através de nossa genética, como por exemplo, gênero (embora muitos discordem o que é um erro crasso), probabilidade maior ou menor de certas patologias (diabetes, hipertensão, certos tipos de câncer...), etç.
Nesse contexto, vamos construindo muitas amizades, segundo afinidades entre nós e aqueles(as) com quem vamos interagindo no dia a dia de nossa vida. Por exemplo. Sou Padre e além das minhas amizades dentro do catolicismo, tenho amigos(as) espíritas, evangélicos, umbandistas, ateus, indiferentes religiosos etc. Acredito que a amizade não tem denominação religiosa. Aliás, amo a todos sem distinção.
O amor pregado por Jesus Cristo ultrapassa o que quer que seja. Eu não amo as pessoas, simplesmente como amo a mim mesmo, mas as amo com Jesus nos amou. Afinal foi isso que Ele nos pediu: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 13,34)
Ainda seguindo nosso mestre Jesus, amar alguém não significa concordar com tudo que esse alguém pense, fale ou faça. A vida humana tem que ser respeitada e amada.
Pois bem, desde a mais tenra idade, vamos construindo uma legião de amigos(as). Uns(as) mais distantes, outros(as) mais próximos(as), e um número mais restrito de íntimos(as).
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Colunistas: A EFEMERIDADE DA VIDA
LiteraturaPor Pe. José Neto de França 26/02/2023 - 18h 10min Acervo do Autor
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