Não sou contrário a vacina contra a COVID-19, mas ao ler as notícias postadas nas redes sociais, assistir jornais nos vários meios de comunicação social, ouvir noticiários em rádios onde são relatadas exigências de comprovação de que a pessoa foi vacinada em diversos lugares, eventos etc. me vem à memória um questionamento: Se alguém que já foi vacinado, inclusive com as três doses, conforme orientação do Ministério da Saúde, é capaz de ser testado positivo para COVID-19 novamente, que importância tem a exigência de comprovante de vacina, pois se ela a adquire outra vez, pode transmitir o vírus?
Sabe-se que uma vacina, em tão pouco tempo, por mais que seja testada, não dá a garantia de imunidade em 100%. Não é diferente com a vacina anti-COVID-19.
Por outro lado, com todos os riscos, e ninguém venha dizer que não tem, numa fase tão aguda como foi vivida esse tempo de pandemia, o benefício supera o risco.
Eu já tomei duas doses; falta ainda a terceira e, certamente que a tomarei, além de incentivar qualquer um a vacinar-se.
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Colunistas: POR QUE EXIGIR COMPROVANTE DE QUEM FOI “IMUNIZADO” CONTRA A COVID-19?
LiteraturaPor Pe. José Neto de França 31/01/2022 - 10h 48min Arquivo do autor
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