Acabo de ler o livro Para Amar Graciliano (Editora Faro Editorial, 1ª edição, São Paulo, 2017), de autoria de Ivan Marques, professor de Literatura Brasileira – USP. A mais completa análise da obra que li sobre esse artista alagoano, ícone da literatura brasileira, comentada por uma extensa lista de referências bibliográficas de respeitáveis críticos literários.
Bem possível que o doutorado de Ivan Marques tenha tido, como fonte de pesquisa e análise, textos extraídos de Caetés, São Bernardo, Angústia e Vidas Secas, romances publicados na década de 1930, com inúmeras incursões por Infância, livro de memórias de mestre Graça, que foi publicado em 1945.
Sente-se, de início, que o autor é, claramente, admirador de Graciliano ao escrever na Introdução do livro: “Graciliano é cada dia mais lido e admirado, em especial pelas novas gerações. Não é só um monumento de pedra das letras nacionais, mas uma força viva, incômoda, áspera como um sol estridente, que toca de maneira profunda os leitores.”
Há algum tempo, li Garranchos – Textos Inéditos de Graciliano Ramos, organizado por Thiago Mio Salla, bacharel em Português, Linguística e Jornalismo – USP, publicado em 2ª edição. Em 2013, pela Editora Record (Rio de Janeiro – São Paulo).
Como em Garranchos, leio o título “Ideias Novas”, peça teatral escrita em 1937 e publicada em 1938, aventura de Graciliano pelo teatro, espécie de comédia de costumes da vida sertaneja, que não passou do 1º quadro e sete cenas.
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Colunistas: TERRA ESPINHOSA E MARIANA
LiteraturaPor Djalma de Melo Carvalho 29/01/2022 - 09h 22min Reprodução
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