Colunistas: EITA E OS DERRADEIROS

Literatura

Por Fábio Soares Campos

A proximidade do final do ano traz-nos, um turbilhão de coisas. Um redemoinho de lembranças, de recordações que nos fazem retroceder no tempo. Imaginamos coisas. Existe cor, ou cores predominante por este tempo. Músicas próprias dessa época que afagam nosso espírito. Sentimentos invadem nosso coração, nos últimos dias do ano. Com seus eventos característicos, tudo isso, empurrou-nos alguns termos para decifrarmos.
“DERRADEIRO Adjetivo; o que é o último; que ocupa a posição final de uma série, sequência etc; o jogo derradeiro foi o mais equilibrado; usado como último recurso ou possibilidade, final; derradeira oportunidade; que em relação aos demais é o último sobrevivente; remanescente: o derradeiro parente do avô. Sem sucessão; sem correspondente igual em gênero ou espécie; abraço derradeiro; acabou com seu derradeiro dinheiro. Etimologia (origem da palavra “derradeiro”) do Latim: “derretrarius; de +retrarius.a.um. Fonte: dicio.com.br”
Quando pequeno, nas festividades alusivas a pátria, nós alunos das escolas públicas tínhamos o dever cívico de desfilar pelas ruas da cidade. Capitaneados por uma banda marcial ou fanfarra, os pelotões eram formados em filas indianas assimétricas. E em ordem decrescente, os mais altos na frente até o mais baixo no final da fila. O último pelotão era apelidado de “Reborreia”. Palavra que só agora fui à busca do significado.
“REBORREIA - Mulher feia, maltrapilha, fedorenta, ralé, favelada foveira. Fonte: dicionarioinformal.com.br”

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