Disse lá atrás, numa outra edição, em outra publicação, que este espaço – Começo de Conversa – passaria a assumir o papel de uma imaginária cortina que se abriria ao leitor para a apresentação do conteúdo literário de cada novo livro de crônicas que fosse publicado.
Agora ele assume, mais uma vez, o papel para o qual foi imaginado.
Escrever é exercício prazeroso, sobretudo quando ele é praticado por diletantismo, sem ofício ou obrigação de qualquer natureza. Nesse exercício gratificante, fascinante, fui de há muito tempo nele envolvido, escrevendo notas, artigos e crônicas para jornais. Daí em diante, reminiscências foram vindo e paulatinamente aflorando casos e causos, tendo como protagonistas tipos populares, pitorescos e engraçados, de viventes de Santana do Ipanema, minha cidade natal, principal fonte de inspiração de todas essas folias que se tornaram livros de crônicas.
Não esqueci, ademais, recortes do cotidiano da cidade nem as boas relembranças de fatos, costumes e hábitos de uma sociedade – digamos moderna – que se instalou em pleno Sertão alagoano, a partir do último quartel do século XIX.
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Colunistas: COMEÇO DE CONVERSA (do livro Nuvens Carregadas)
LiteraturaPor Redação com Djalma de Melo Carvalho 29/02/2020 - 09h 59min Arquivo Pessoal
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