Colunistas: ALGUÉM JÁ COMENTOU COM VOCÊ SOBRE... por Fábio Campos

Cultura

Por Redação com Fábio Campos

“Meninos vestem Azul, meninas vestem Rosa; Lacração do Enem; Bolsonaro.” Então, caros leitores, É praxe, a cada ano que se inicia com novo governo. Nas rodas de conversa, reais e virtuais, não se fala noutra coisa. Daí, resolvemos explorar estas expressões. Na medida do possível, sob a óptica da linguística.

A declaração da ministra Damares Alves, da recém criada pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos causou o impacto desejado. Mas vamos aos fatos. O site G1.globo.com divulgou extensa matéria a respeito. Resumimos, com nossas próprias palavras.

A divisão de cores de meninos e meninas em azul e rosa é uma construção social recente. De acordo com a pesquisadora americana Jo Paoletti, cem anos atrás os bebês vestiam branco, independente do sexo da criança. No século dezenove, o vestuário infantil tinha tons pastéis. Em alguns países católicos, era comum encontrar o uso de azul para meninas, associado à Virgem Maria. Países como França e Bélgica, o primeiro filho costumava ser dedicado à Virgem Maria. Portanto, a ideia do azul para meninos, e rosa para meninas, é recente, do século 20. E foi criada pela indústria da moda americana.

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