“A natureza tem seus mistérios,/ que os homens não compreendem,/ uns não querem entender,/ outros querem, e não entendem” (Colly Flores), os fenômenos cíclicos, muitas vezes, fogem ao conhecimento humano, que a tecnologia dos homens preveem, mas não evitam.
As secas são previstas, porém não evitáveis, cabendo portanto, ao homem criar meios e condições de convivências com esses fenômenos que cruciam os homens.
O ano de 2018, foi essencialmente seco prejudicando o homem do campo, que na questão lavoura nada tirou da roça, haja vista as chuvas caídas no período invernoso no sertão, não foram suficientes para criar sequer, uma lavoura de subsistência, ao homem da roça coube esperar pelas ajudas magras e demoradas do governo, desdobrando-se numa mísera pensão de menos de mil reais por mês, um caminhão pipa para as comunidades. E as cestas básicas, sumiram? Só sabe o seu valor, quem depende delas.
Quanto os juízes, desembargadores, deputados e similares, tiveram um gordo e substancioso aumento, tão alto que só eles sabem calcular. Os professores de Alagoas estão praticamente há três anos sem aumento, e quando ocorre esse descalabroso aumento de tão ínfimo, o servidor não percebe nos vencimentos quando os recebe, registre-se que a única virtude, é receber no mês trabalhado, a primeira fase e o restante se posterga para mais onze dias.
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Colunistas: CHUVAS, FLORES CAÍDAS DO CÉU - por Antonio Machado
CulturaPor Redação com Antonio Machado 18/12/2018 - 18h 30min Imagem Ilustrativa
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