Colunistas: A TREMENDA PALMATÓRIA por Djalma Carvalho

Cultura

Por Redação com Djalma de Melo Carvalho

Palmatória ou férula, segundo o Aurélio, é uma ”pequena peça circular de madeira com cabo, que servia, nas escolas, para castigar as crianças, batendo-lhes com ela na palma da mão”. Artefato também conhecido pelo apelido de maria-vitória, maria-das-dores, santa-luzia, santa milagrosa, e vai por aí.

Dificilmente, haverá gente, hoje, com mais de 50 anos de idade que não tenha conhecido a palmatória, vítima, certamente, de boa remessa de bolos em sabatinas nas escolas. O tributo do erro cometido era o bolo na palma da mão, por não ter respondido, corretamente, a questões de tabuada, conjugação de verbos, História e Geografia, etc.
Possuía Santana do Ipanema, no início da década de 1950, reconhecidamente, uma boa escola primária, onde concluí meu curso primário em 1953. Refiro-me à Escola Imaculada Conceição, da professora Helena Oliveira Chagas, que funcionava então em casa residencial situada na calçada alta, na Rua Barão do Rio Branco, bem antes da ponte do padre Bulhões.

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