Pe. Edgar Alves preside a Celebração Eucarística da 3ª noite de Festa de Santo Antônio de Pádua de Major Izidoro

Religião

Por Redação com Pe. José Neto de França

Celebrada a 3ª noite da Trezena de Santo Antônio de Pádua na comunidade de Major Izidoro/AL/Brasil que teve como celebrante e pregador o Pe. Edgar Alves de Oliveira da paróquia de São Sebastião e Nossa Senhora da Saúde de Dois Riachos/AL; concelebrante, Pe. José Neto de França. Foram noiteiros: o Apostolado da Oração, Rua Antônio Wanderley, Rua Amélia Alves, Rua Silvestre Péricles, Rua Maria das Graças França, Rua Isabel Rocha, Rua Bertoldo Machado, Rua Presidente Vargas, Pça Padre Cícero e Pça Divaldo Suruagy. Responsabilizaram-se por essa noite: Maria Alice, Telma Batista, Célia Pereira, Expedita Maria da Conceição, Morena Alves, Maria José Alves do Amaral, Rosa França, Verônica Lima Costa, Erisvan Francisco e Sandra Lima.

O pregador iniciou a homilia fazendo referencia ao texto bíblico, 1Pd 4,7-13, falando da vigilância que se deve ter para que a palavra que saia da boca do fiel seja inspirada pelo Espírito de Deus e não simplesmente pela inteligência. Disse ele que “o verdadeiro louvor a Deus sai da boca dos mais humildes, dos pequeninos...” falou ainda que “nem tudo que se fala vem de Deus”, daí o cuidado que o fiel deve ter. O amor verdadeiro existe quando a confiança em Deus nasce do dom da fé vivida no dia a dia do fiel.

Pe. Edgar fundamentou todo restante da pregação no texto do Evangelho de Marcos 11,11-26. Falou sobre a figueira citada no texto como uma figura do antigo Israel que se enfeitou todo mais não foi capaz de produzir frutos, daí ter secado; e do Templo que deixou de ser um local de expressão de fé transformando-se numa casa de comércio, fugindo ao objetivo principal, justificando a ação de Jesus ao expulsar os vendilhões.

Novamente fez uma referência ao povo de Deus do tempo presente que deve tomar cuidado para não achar que uma manifestação de fé isolada, interesseira ou por conveniência, sem produzir frutos seja suficiente para chegar a salvação. O amor que gera fruto e apaga uma multidão de pecados não é o amor manifestado pelo emocional, mas pela capacidade de amar como Jesus nos amou e nos ama.

A celebração foi concluída com os agradecimentos, a entrega da bandeira da festa para os responsáveis da 4ª noite, o canto do padroeiro e a bênção conferida pelo celebrante.

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