Colunistas: Guilherme de Almeida, um brado do passado

Cultura

Por Redação com Antonio Machado

A musa inspiradora não sopra onde se quer, mas onde ela quer daí à dificílima arte de se ser poeta. A criança perguntou a sua mãe: “mamãe, quem é àquele, pregado naquela cruz? E a mãe, piedosamente, responde: meu filho, é Jesus, a santa imagem dele”.Vê-se nesse jogo de palavras,uma das belas obras poéticas,exaltando a figura impar da humanidade.Os poetas tem de várias maneiras exaltado a pessoa de Jesus ao longo da historia,seus feitos e virtudes.O ser poeta parece estar acima dos valores dos outros,parecem ser seres iluminados pela luz tênue da poesia,são capazes de perceberem,os pontos que se eternizam no tempo e perenizam-se nas mentes dos cantadores,tornando-se comum,ler-se fragmentos de poetas que parecem já terem se diluído na voragem do tem,quando as vezes,surgem belas e luminosas na calenda do tempo,como a se perpetuar,saindo do ostracismo para os dias hodiernos.

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