Reproduzo, abaixo, minha crônica publicada em maio de 2014, em homenagem ao Dia das Mães, acrescentando-lhe a sábia frase atribuída a ditado judaico, que diz: “Deus não pode estar em todos os lugares e por isso fez as mães.”
Ao aproximar-se o dia 13, o segundo domingo deste mês de maio, Dia das Mães, encontrei em meus desarrumados arquivos o seguinte texto poético, de autor desconhecido, que diz:
“Mães são manhãs e madrugadas/ São músicas. São monumentos em movimento/ São muito mais que mestras, são mágicas./ Merecem mundos, merecem medalhas.”
O poeta alagoano Antônio João da Silva, por seu turno e simplicidade, completa:
“Seu amor é sem medida.
Na ternura é divinal.
Mãe é algo tão sublime
Que só o Céu é igual.”
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Colunistas: Mãe: Manhãs e Madrugadas
CulturaPor Redação 13/05/2018 - 20h 30min Arquivo Pessoal
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