Sexta-feira pude assistir ao Globo Repórter que apresentou uma reportagem especial sobre centenas de pequenas ilhas que pintam de verde o azul do Pacífico. No fundo do mar, uma infinidade de cores. É a Micronésia. Nesta região da Oceania, do outro lado do mundo, vive um povo cercado de mar e que desafia seus limites, domando o vento. (http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2017/06/equipe-do-globo-reporter-nada-entre-dezenas-de-tubaroes-na-micronesia.html).
Essa matéria teve como repórter Francisco José; ao finalizar a matéria, busquei minha agenda para ver algo que escrevi no dia 03 de abril de 2017.
Cumpre-me no momento escrever algo sobre o livro ?FRANCISCO JOSÉ, 40 ANOS NO AR? por duas razões importantes.
A primeira e razão maior desta crônica é o compromisso que ela traz, uma vez que ganhei o livro do amigo especial e confrade da Academia Santanense de Letras, Ciências e Artes ? Luiz Antonio de Farias, capiá. Receber um livro desse ícone de hombridade e honradez em tudo que faz é, para mim, motivo de orgulho e a certeza de que estou incluso no rol de seus amigos. E essa condição não permite que coloque o livro na minha estante antes de degustar da sua leitura.
Clique Aqui e veja a crônica completa
Literatura: Francisco José, 40 anos no ar
CulturaPor José Malta Fontes Neto-Jornalista MTE/AL 1740 08/06/2017 - 22h 52min Arquivo pessoal de Luiz Antonio Farias, capiá
Santanense Luiz Antonio de Farias participando do lançamento do livro em Recife-PE
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