Pe. Edgar Alves Celebra na 3ª noite da Trezena de Santo Antonio em Major Izidoro

Religião

Por Redação com Pe. José Neto de França

Tendo como celebrante pregador o Pe. Edgar Alves de Oliveira, pároco da paróquia de São Sebastião e Nossa Senhora da Saúde de Dois Riuachos, concelebrante o Pe. José Neto e noiteiros: Apostolado da Oração, Rua Antônio Wanderley, Rua Amélia Alves, Rua Silvestre Péricles, Rua Maria das Graças França, Rua Isabel Rocha, Rua Bertoldo Machado, Rua Presidente Vargas, Pça Padre Cícero e Pça Divaldo Suruagy, foi celebrada a 3ª noite da Trezena/Missa na Igreja Matriz de Santo Antônio de Pádua de Major Izidoro/AL/Brasil.

O Pe. Edgar iniciou a homilia falando sobre o tempo pascal que está chegando ao seu final, já que no domingo que se segue será a celebrada a solenidade de Pentecostes. Disse ele que apesar da liturgia da Igreja dispor um Tempo específico Pascal, ela, a Páscoa, é permanente na vida da própria Igreja. Entender a Páscoa, vive-la, é saber aceitar as alegrias e os sofrimentos da vida como caminho de conversão para uma eternidade feliz. Não se vive a Páscoa sem passar pelo sofrimento. O Pe. Edgar citou São Paulo como o Apóstolo que mais sofreu por amor a Cristo e sua Igreja. Na sequência referindo-se ao Evangelho do dia (Jo 21,15-19) fez uma referência muito significativa sobre o diálogo entre Jesus e Pedro. Disse o sacerdote: ?Jesus perguntou a Pedro se este o amava com o amor ?ágape? (amor total, surpremo), mas Pedro respondia que o amava com o amor ?filia? (de irmão, amizade)?. Segundo ele, nós não temos ainda como amar Jesus, com o amor ?ágape? porque estamos num processo de conversão; vivemos ainda no tempo. Lógico que Jesus sábia quão grande era o amor de Pedro por Ele, mas insistiu para sentir a segurança de Pedro em relação a esse amor, mesmo sendo ?filia?. Pedro não se arrogou a dizer que amava mais que os outros. É nessa humildade que devemos espelhar o nosso amor a Jesus, segundo a pregação do Pe. Edgar.

A solenidade foi encerrada com os agradecimentos, entrega da bandeira da festa aos noiteiros da 4ª noite, canto e a bênção solene dada pelo celebrante.

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