Literatura: Ipanema, a cena do urubu

Cultura

por Clerisvando B. Chagas

Abrem-se as cortinas do esporte alagoano. Desfilam as cores da fantasia que deslumbram multidões sedentas de espetáculos. No mundo multicor abrasante, o verde-amarelo pipila com o curto bico do canoro ?Serinus canarius?. Vindo das ilhas Canárias, da Madeira e dos Açores, o canarinho tornou-se uma das aves passeriformes mais queridas e apreciadas do país. Suas penas passaram a representar a bandeira nacional, parecendo um legítimo e inspirador filho do Brasil. Adotado simbolicamente pelo imaginário sertanejo, o canário no diminutivo, passou a fortalecer como mascote os passos do Ipanema Atlético Clube. Ipanema esse que sempre elevou o nome da cidade aos quadrantes do estado de Alagoas. Por uma parte é representante, embaixador, chanceler das terras de Senhora Santa Ana nos mais diversos estádios onde se reúnem os aficionados do reino Bola. Ora ganhando, ora perdendo, vai cumprindo os objetivos pelos quais foi nascido, batizado e crescido. Ele é filho de uma cidade que sempre apreciou o futebol desde os tempos mais longínquos onde a sede pelo esporte só era aplacada com os tiros de couraça nas redes adversárias.

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