SEMPRE O AMOR

Poesias

Lúcia Nobre

Sempre o amor nos dá a vida
Enfim brotou sempre nesta lida
Que assim ficou bela e preferida
Tudo em si modificou-se inserida
 
Transformou-se em razão sentida
Que não vigorou e é ressentida
E resguardou-se desentendida
Não quis chorar mudou de vida
 
Queremos sim que tudo floresça
Como flora as ramas do algodão
Para que nunca venha a esquecer
O que brotou sempre nesta lida
 
Queremos sim que tudo floresça
Como flora as ramas do algodão
Para que não venha esquecer
Sentimentos de antemão
Tornar-se-á  impossível
Transformar-se em ilusão
 
Ame sem restrição e será feliz
Esquecer tornar-se-á impossível
Isto o amor é quem diz
O querer sempre será irredutível
 
Assim ficou bela e preferida
Tudo em si modificou-se inserida
Transformou-se em razão sentida
Que não vigorou e é ressentida
 
Resguardou-se desentendida
Não quis chorar mudou de vida
Queremos sim que tudo floresça
Como flora as ramas do algodão
 
Para que não venha esquecer
Sentimentos de antemão
Tornar-se-á impossível
Transformar-se em ilusão
 
Ame sem restrição e será feliz
Esquecer tornar-se-á impossível
Isto o amor é quem diz
Assim ficou bela e preferida
Tudo em si modificou-se inserida
Transformou-se em razão sentida
Que não vigorou e é ressentida
 
Resguardou-se desentendida
Não quis chorar mudou de vida
Queremos sim que tudo floresça
Como flora as ramas do algodão
 
Para que não venha esquecer
Sentimentos de antemão
Tornar-se-á é impossível
Transformar-se em ilusão
 
Ame sem restrição e será feliz
Esquecer tornar-se-á impossível
Isto o amor é quem diz
 
O querer sempre será irredutível

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