BARRAGEM

Poesias

João Francisco Chagas Neto

Era assim que a chamávamos.
E como amávamos!!!.
Aquela porção d’água.
Não havia mágoa,
Era só alegria,
As nossas pescarias,
Naquelas sete bocas,
Era coisa de louco,
O pulo da ponte
Daquelas alturas,
No poço escuro.
Parecia uma fonte
Para um novo desafio,
Da barragem atravessar
E na areia ir brincar.
E passar horas á fio
Sem ver o tempo passar.
E ao cair da tarde.
Sem muito alarde,
O sol brilhando,
Refletindo no seu espelho,
E nós com os olhos vermelhos,
Prá casa íamos retornando.

Distrito do Quebra Coco-MS, 04/11/2006

Poesia publicada em 20/11/2006

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