Colunistas: QUANDO O PASSADO PODE SER UM “FANTASMA”

Literatura

Por Pe. José Neto de França

Assistindo a um fragmento de vídeo da novela “Senhora do destino”, chamou-me atenção parte de um diálogo entre dois personagens. Disse um deles: “- O passado não devia estar morto e enterrado?” O outro respondeu: “- O passado é um fantasma; ainda que morto, sempre presente! Ele assombra os que mentem, os que devem e os que temem...”

Ora, o passado nunca está totalmente “enterrado” na vida de quem quer que seja. No consciente, no subconsciente, no “porão da consciência” da própria pessoa ou de outros; registrado em algum meio físico (livros, revistas, hds...), o passado é o registro da história de cada um, individualmente e/ou coletivamente.

Ele poderá até ser “esquecido” com o passar dos anos, décadas, séculos... Quem se lembrará ou poderá dizer algo que aconteceu há décadas ou séculos sem que esse acontecimento não tenha sido registrado por algum meio físico!?

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