Muito interessante a “movimentação” de postura das autoridades constituídas nos cantos e recantos de nosso Brasil varonil.
Tais “movimentações”, vê-se claramente, não parece ser a preocupação principal – no máximo, secundária.
Se observarmos com atenção o comportamento das autoridades desde quando a pandemia ainda não tinha chegado ao nosso país, vamos perceber por quais portas ela entrou e se proliferou com a facilidade permitida por eles: O carnaval e o período pré-eleitoral.
Com os olhos das autoridades mais nos “cifrões” do que na saúde pública, viu-se em 2020 um carnaval “top” aos olhos dos foliões de todas as idades, como que a pedir em suas entrelinhas que o fosse bem-vindo e pudesse se propagar à vontade, escolher levar a óbito a vida de quem quisesse ou mesmo atingir quem quer que fosse, apenas com uma “gripezinha”.
O pós-carnaval, fez com os casos de COVID-19 se multiplicassem de forma ascendente e vertiginosamente no território brasileiro.
Com o aumento dos casos, tais autoridades impuseram as restrições necessárias – distanciamento social, mãos limpas, uso de máscaras, álcool em gel; em alguns lugares o “lockdown”...
Iniciou-se um embate político claro em torno das possíveis vacinas contra o “coronavírus”. Embate esse que quem perde são as vítimas diretas ou em potencial, expostas ao vírus. No mesmo panorama, multiplicou-se as denúncias de desvios de verbas destinadas ao combate da epidemia.
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Colunistas: Quando interesses econômicos e políticos parecem ser mais importantes que um vírus mortal
LiteraturaPor Pe. José Neto de França 31/12/2020 - 20h 45min Arquivo Pessoal
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