A frase-título, claro, trata-se de um bem humorada corruptela da nossa língua pátria. Diríamos que ficaria mais legível, assim: Mês que vem, já é ano vindouro! A medida que o ano velho se finda, e o novo se aproxima, já é praxe! Ficamos todos um pouco mais... emotivos, solidários, amorosos, sensíveis, saudosistas, apaixonados, misericordiosos, com a alma mais leve, esperançosos, amigáveis. Bem! Se fossemos elencar os adjetivos dos quais nos aproximamos a cada final de ano, a crônica ia ficar extensa, de tantos.
Na primeira crônica deste mês, lembro, que no rodapé fraseei: “BOM ADVENTO PARA TODOS!”
Advento, como dizem os padres, a cada missa dentro desse mês: “É o período de preparação para a vinda do Messias!” Em cada paróquia, em cada comunidade católico-cristã vamos encontrar, por essa época, uma coroa de quatro velas. Serão acesas neste período do Advento, uma a cada domingo: A primeira vela: é a da vigilância, a segunda: da preparação; a terceira: do testemunho, e a quarta do serviço. Há ainda uma quinta vela, que será acesa na noite de natal: a vela de Jesus Cristo! A luz do mundo!
“O Advento (do Latim: Adventus: “chegada”, do verbo “Advenire”: “chegar a” é o primeiro tempo do ano litúrgico, o qual antecede o natal. Fonte: wikipedia.org.br”
Dessa informação tiramos uma constatação bastante óbvia, que poucos porém se atem: primeiro Jesus nasceu, veio ao mundo, pra depois morrer! Se olharmos estes dois episódios: nascimento e morte, de Jesus Cristo pela óptica do calendário civil. A impressão que se tem é que, vem primeiro a morte (em meados de abril) pra depois vir o nascimento (final de dezembro). Isso porque o calendário litúrgico é diferente do civil. O ano litúrgico já começou, com o Advento.
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Colunistas: PARUMÊS JÁ É PARUANO!
LiteraturaPor Fábio Soares Campos 15/12/2020 - 20h 37min Arquivo Pessoal
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