Quando o mundo já começava a dar sinais de perigo diante da COVID-19, O “tal” “corona vírus”, isso em janeiro/início de fevereiro/2020, uma grande amiga, profissional na área de saúde, já me alertava para que eu, que já me preocupo com minha saúde desde quando comecei a dar sinais de “velhice”, procurasse fortalecer ainda mais minha imunidade; e foi o que fiz, e ainda faço.
Apesar do sinal de alerta no mundo inteiro, os governantes do nosso Brasil varonil, como que desdenhando do perigo que se avizinhava, não pensou nos perigos iminentes consequentes da “primeira onda” do vírus, mas em seus interesses e de grupos restritos, liberou geral o carnaval. Em outras palavras, escancarou as portas para que o Brasil fosse contaminado de norte a sul, leste a oeste. E foi o que aconteceu.
Os meses que vieram a seguir confirmaram tamanha imprudência. Pobres, ricos, brancos, negros... nenhuma classe social foi poupada. Hoje, 12 de dezembro, já aconteceram mais de 180.000 mortes e foi ultrapassado o número de 6.800.000 pessoas contaminadas.
Como se não bastasse, em meio a pandemia, explicitamente, se travou e ainda se trava uma “guerra” política em relação as possíveis vacinas que possam, em caráter de emergência, imunizar o povo.
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Colunistas: VIRUS E IRRESPONSABILIDADE
LiteraturaPor Pe. José Neto de França 12/12/2020 - 13h 10min Reoprodução Google
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