Calma! Caro leitor e leitora. Não tire conclusões precipitadas! Com relação ao título da nossa crônica de hoje. Continue lendo, e entenderá. Definição de urna: “Substantivo feminino: Tipo de recipiente utilizado para armazenar votos, cupons. Caixa, ou recipiente, em que são colocadas as cinzas de um morto; designação de caixão; féretro. Fonte: google.com.br”
Considerando que no Brasil, nós eleitores, votamos em cabines, providas de equipamento eletrônico para captação dos sufrágios. Considere, que o cronista estaria, lá no título, referindo-se às urnas mortuárias, ficou claro agora? É isso, espero, que você não venha a óbito!
Muito embora, a morte, seja a única certeza, de todo vivente. Ainda mais com a realidade de um vírus altamente perigoso, circulando por aí. A pandemia ainda renderá muito assunto. Tenho observado que, para cumprir as determinações do decreto governamental, as formas usadas pra manter o distanciamento social, inclusive na eleição são os mesmos usados no trânsito de carros: placas de advertência; sinais horizontais e de solo, apresentação de documento que nos habilita, sinal sonoro na cabine, de urna eletrônica.
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Colunistas: ESPERO QUE VOCÊ NÃO VÁ AS URNAS!
LiteraturaPor Fábio Soares Campos 14/11/2020 - 21h 18min Arquivo Pessoal
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