Colunistas: É TEMPO DE LER PESSOAS

Literatura

Por Fábio Campos

Não tenho como não comentar, e agradecer aos incentivadores. Pelo meu retorno a produzir e postar crônica aqui no Portal. A repercussão causou-me grata surpresa. Chegaram-me várias sugestões, e comentários. Inclusive pessoalmente os recebi. A respeito da crônica anterior, meu irmão, escritor Fernando Soares Campos. Também o amigo, professor universitário João “TNA” Nepumuceno, lembrava-nos sobre o uso da casca de juá como dentifrício, pelos nossos pais e avós.

A pandemia, por um bom tempo, ainda dará muito o que falar. Continuarei refletindo, na mudança dos nossos hábitos. Hoje volverei meu olhar, para o ato de deixar os calçados do lado de fora de casa, ao chegar da rua. Primeiro é preciso que tenhamos uma definição do que seja hábito.
“Hábito: substantivo masculino, 1. maneira usual de ser, fazer, sentir; costume, regra, modo. 2. Maneira permanente ou frequente de comportar-se; mania. Fonte: google.com.br”

Diferente deste outro hábito aqui:
“Hábito religioso é a veste religiosa usada pelas pessoas das comunidades monásticas pertencentes a uma ordem de congregação religiosa, nomeadamente os monges e monjas, os frades e as freiras e ainda alguns religiosos consagrados que professaram votos religiosos ou vivem no seio de alguma comunidade monástica ou conventual. É, por vezes, erradamente confundido com a batina (a veste eclesiástica utilizada pelos sacerdotes). Fonte: wikipedia.org.br”

Fiquei curioso pelo nome da faixa branca que os padre usam na gola da camisa quando estão à paisana. Ah! Acabei de descobrir que esta palavra, é invariável, não existe “a paisano”!

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