Sua formação original teve lugar em três povoados fundamentais: Penedo, Porto Calvo e Alagoas (depois, Marechal Deodoro).
Pertencia à Capitania de Pernambuco, sob o domínio português, comandada pelo donatário Duarte Coelho que a tomou dos franceses, aí sediados, no século XVI. Este senhor realizou várias expedições pela região alagoana, fundando alguns vilarejos como o de Penedo. Outros povoados se formaram, como Porto Calvo e Alagoas (Marechal Deodoro).
Duarte Coelho incentivou o cultivo da cana-de-açúcar e a formação de engenhos. As terras férteis atraíam agricultores.
Os holandeses capitaneados por Maurício de Nassau aqui estiveram em 1630, quando invadiram Pernambuco. Foram expulsos pelos portugueses em 1645, mas deixaram suas marcas na arquitetura da região.
Em 1706, Alagoas é elevada à condição de comarca, alcançando um razoável progresso, tendo em torno de 50 engenhos e 10 freguesias. Isso em 1730. Prosperando bastante nos anos subsequentes, conseguiu conquistar sua emancipação política em 1817, tornando-se capitania. Nos períodos seguintes, aconteceram várias insurreições contra os lusitanos. Só em 11 de junho de 1891, no ambiente dos sérios movimentos políticos que precederam à República, foi assinada a Primeira Constituição do Estado das Alagoas.
A primeira capital foi Alagoas (Marechal Deodoro) e em 1839 a sede do governo foi transferida para Maceió.
Em Alagoas nasceram três das mais importantes figuras históricas do Brasil: o Marechal Deodoro da Fonseca, que proclamou a República, o Marechal Floriano Peixoto e o Marechal Hermes da Fonseca que presidiram o País.
Alagoas foi famosa, igualmente, por ter sido palco da célebre revolta dos escravos, acontecida em torno de 1630, liderada pelo negro guerreiro Zumbi, instituindo-se o famoso Quilombo dos Palmares. Chegou a ter uma população de 30 mil habitantes, espalhados em aldeias, onde criavam aves e plantavam milho, feijão, mandioca, batata, banana e cana-de-açúcar. Resistiram aos militares brancos durante 65 anos, mas, foram vencidos em 1694. No ano seguinte, Zumbi fugiu e foi morto.
Esses dados são apenas do início da História de Alagoas.
Para homenagearmos nosso Estado, na passagem dos seus 203 anos, escolhemos o vídeo com a música MINHA ALAGOAS É ASSIM, cujos intérpretes são jovens alagoanos:

Intérpretes: Pedro Henrique, Bianca Calheiros e Winícius Vaqueiro
FICHA TÉCNICA DO VÍDEO:
Música: MINHA ALAGOAS É ASSIM.
Intérpretes: Pedro Henrique, Bianca Calheiros e Winícius Vaqueiro
Arranjos: Rodriggo Júnior e Tiago Lima
Imagens: Huebert Missano (BeStory Filmes)
Direção: Huebert Missano
Confiram o vídeo:
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