Bastou-me o anúncio de rodapé de página da revista Ação da ANABB para que eu pudesse receber, pelo Correio, um exemplar do livro Nosso Banco do Brasil Era Assim... (Gráfica Sul & Editora, Natal, 2019), de autoria de Francisco de Assis (Ciduca) Barros, colega aposentado residente na capital potiguar.
Às vezes, tenho sonhos e, ao acordar, vejo que o tempo neles vivido já havia passado fazia quase trinta anos. Mas, como disse José Saramago, “sonhos são como nuvens, vêm e vão”. Em verdade, esses sonhos mal nenhum me causam. Diferentemente de pesadelo, que “é uma égua desembestada no sono”, como dito por Rubens Alves, escritor mineiro.
Admiro, destarte, prosadores, escritores e poetas que exaltam a alma, a vida, os sonhos mais lindos, o céu estrelado, o plácido lago, o murmúrio do mar, com expressões, românticas até, que enfeitam a Natureza em sua plenitude e me encantam.
Uma beleza!
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Colunistas: RECORDAÇÕES DO BANCO DO BRASIL DE OUTRORA
LiteraturaPor Djalma de Melo Carvalho 05/09/2020 - 11h 45min Reprodução Facebook
Francisco de Assis (Ciduca) Barros
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