Vivemos tempos estranhos. Surrealismo que surpreende até o mais cético dos homens. Coisas inimagináveis. Até as cartomantes, visionários e videntes foram pegos desprevenidos. Nem Nostradamus (1503-1566) buscou em suas visões tamanha tragédia no porvir.
Quem predisse palpite da atual realidade foi o cantor baiano Raul Seixas (1945-1989), o maluco beleza como se autodenominou. Sua canção “O dia em que a terra parou” (1977) faz um relato de um sonho, profetizando o mundo em caos parecido com esse que estamos vivendo.
O certo mesmo é que o perigo está à espreita. Paira sobre nós o manto invisível de medo. Vivemos em permanente desconfiança. O cenário provocado pelo novo coronavírus (covid-19) é nocaute às regras e convenções. Impiedoso, o mal avança e se alastra rapidamente em todas as regiões do país; grandes e pequenas cidades. A ciência ainda estuda sua origem e tratamento. Países envidam esforços para a descoberta de uma vacina. Milhares de pessoas já morreram no País.
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Literatura: PANDEMIA DOS ABSURDOS
LiteraturaPor João Neto Félix Mendes 08/06/2020 - 12h 03min Arquivo Pessoal
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