Parodiando o Gonzagão a Benito de Paula, que escreveu: “como é bonito Benito/ quem é poeta é quem vê/ como é bonito Benito/ poeta como você”. Das inteligências dos poetas brotam as mais belas páginas literárias, que nós outros, não conseguimos concatenar estas pétalas que amenizam, muitas vezes a dor do cotidiano, tornando a vida menos amarga e mais doce. O maior cantor do Brasil de todos os tempos, Nelson Gonçalves, cantou e encantou esta pérola musical: “poeta é quem vê poesia nas flores/ e olha a vida por um caleidoscópio de cores/ poeta é quem tem imaginação/ e sabe que os olhos da alma/ são as janelas do coração”. Não possuo condições sobejas para dissecar se a prosa emana da poesia, ou a poesia, da prosa, talvez o primeiro alvitre melhor se coadune, porém deixo ao leitor como juiz da sentença prolatada.
A natureza deixou as águas como o ser indispensável a vida, por mais de várias maneiras para que os homens se servissem dela, dizem os geógrafos que ¾ do mundo é constituído de água, e por ironia, o polígono das secas, situa-se no nordeste. Foco como ponto central destas linhas, apelidadas de crônica ou artigo, o veterano rio Ipanema, nascido no sopé da serra do Ororubá na região de Cimbres município de Pesqueira estado de Pernambuco, onde lá estive in loco.
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Colunistas: O IPANEMA DE OUTRORA E DE HOJE - por Antonio Machado
LiteraturaPor Redação com Antonio Machado 09/07/2019 - 11h 14min Arquivo Maltanet
Foto do trecho do vídeo com o Hino de Santana do Ipanema
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