uando aportei em Santana do Ipanema, cidade que não conheço – eis a verdade -, a bordo do livro “Santana – Sua gente… seu humor”, do escritor Bartolomeu Barros, deparei com uma quantidade enorme de personagens que difundiram o segredo da verdadeira humildade e bucólica congregação feita daqueles momentos que deixam saudades fraternas.
Era mais uma experiência literária, talvez refletida na ânsia do autor, ou até minha, em difundir de um lado a pretensão de colocar no papel suas memórias, e do leitor, a curiosidade em conhecer causos peculiares, que traduzissem imagens, cenas e lembranças sem se condicionar ao tempo, mas respeitando-o.
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Santana, Bartolomeu e sua gente
LiteraturaPor Redação com Laelson Moreira de Oliveira 02/07/2019 - 23h 12min Reprodução Jornal Tribuna Idependente
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