O BOI DE SANTANA

Crônicas

Cleriavaldo B. Chagas

Santana do Ipanema era o , então, o município mais extenso de Alagoa. Praticamente, todo o Médio Sertão, era Santana do Ipanema e que no futuro foi sendo fatiado com desmembrações. Portanto, o nosso livro O BOI, A BOTA E A BATINA, HISTÓRIA COMPLETA DE SANTANA DO IPANEMA, conta a história do Sertão de Alagoas, no geral. Entretanto, claros que as nuances das autonomias e suas considerações restritas, ampliam a historiografia regionalista do estado. Além das próprias narrativas de independências, reinam o específico DNA de cidades e municípios. Nenhuma cidade é igual a outra na Geografia, na História, na Culinária e sobretudo nos Usos e Costumes que são o âmago de cada uma.

Quer percorrê-las e senti-las? Percorra Olho d’Agua das Flores, Carneiros, Olivença, Senador Rui Palmeira, Poço das Trincheiras, Maravilha, Ouro Branco e Dois Riachos. E se a história não fascina, monte na Geografia dos lugares. O prolongamento da rodagem palmeira dos Índios – Delmiro Gouveia, BR-316, década de 50, foi e continua sendo a Espinha Dorsal do Sertão, ramal que contempla Santana do Ipanema. Quem está na capital, Maceió, pode atingir o extremo oeste do estado pelo ramal, Palmeira – Santana – Delmiro. Mas também, hoje, se quiser, seguir para o extremo oeste pela segunda Dorsal que compreende Arapiraca, Entroncamento em Olho d’ Água da Flores, São José da Tapera, Olho d’Água do casado, Delmiro Gouveia. Nas imediações de Delmiro Gouveia, pode-se chegar à região serrana de Mata Grande, Pariconha, Inhapi e Água Branca.

Este segundo ramal estar sendo duplicado, o que se espera que o mesmo benefício possa acontecer com o ramal um, da BR-316. Assim, fica o livro O BOI, A BOTA, E A BATINA, HIISTÓRIA COMPLETA DE Santana do Ipanema, a gigantesca dorsal para as novas e velhas gerações e fonte de fôlego para a curiosidade dos pesquisadores.

Fonte: https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/06/o-boi-de-santana-clerisvaldo-b.html

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