RODOVIA AL 125 – ASFALTO DE FAROFA

Crônicas

Por Luiz Antônio de Farias, capiá

Nós proprietários rurais, que somos margeados pela Rodovia AL-125, ficamos muito felizes com a conclusão do asfaltamento da segunda etapa do trecho Olivença/Batalha, há pouco mais de um ano, muito embora realizado com 41 anos de atraso, visto que a primeira etapa, que teve início na rotatória Santana do Ipanema/Olho D´Água das Flores, com acesso à cidade de Olivença, foi concluída em 1984, cujo projeto compreendia o beneficiamento de todo percurso, até Batalha.

Infelizmente, apesar do pouco tempo de uso, estão sendo detectadas depressões esfareladas em toda extensão da referida estrada que apesar de não estarem, ainda, dificultando o trânsito, com certeza muito brevemente o problema se agravará, cuja manutenção tende a ser muito dispendiosa, se não for atacada a recuperação de imediato.

Outro detalhe que – apesar da minha total falta de conhecimento técnico – tenho observado é com relação aos redutores de velocidades chamadas “lombadas”, a saber:

a) – percebe-se a necessidade de uma sinalização de redução de velocidade mais ostensiva, nas curvas sinuosas no quilômetro 5 (sentido Olivença/Batalha), logo após a fábrica de queijo Capelinha e do povoado existente;
b) – existência de sinalização para diminuição de velocidade (sem construção da respectiva lombada – desnecessária pela inteira visibilidade do local), na reta logo após a entrada de Capelinha;
c) – feitura de duas lombadas (sem o menor sentido, no meu modo de ver) com uma distância de pouco mais de 100 metros entre elas, numa área de total alcance visual, na frente da casa sede da fazenda do Sr. Nehemias Gueiros, na Samambaia. Uma placa de “passagem de animais”, seria suficiente, ao meu sentir.

Em vista do pouco tempo do uso da rodovia, pode-se observar, talvez, que o material utilizado na construção não teria sido o mais propício para a qualidade do terreno. Nada obstante, esta hipótese seria inaceitável por conta do avanço da tecnologia reinante. Inclusive seria muita leviandade de minha parte querer atribuir falta de responsabilidade das partes envolvidas até porque, como já disse anteriormente, sou apenas um usuário observador, sem o menor pendor técnico para opinar com conhecimento de causa.

Entretanto de uma coisa tenho a maior certeza: se não forem tomadas as providências que urgem, de repente o sonho há tanto tempo esperado vai se tornar um pesadelo inconcebível, para “tristeza” de nossos veículos.
Finalizo rogando a providência da firma construtora – que deverá ter a garantia contatual – e aos demais órgãos envolvidos, como também à Prefeitura de Olivença, principal município beneficiado – nada obstante o percurso atingir, também, terras de Olho D’Água das Flores, Jacaré dos Homens e Batalha.

Fazenda Lagoa do Rumo, Olivença - ALAGOAS

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