A proximidade dos últimos dias, de mais um ciclo prestes a se fechar. Ocorre-nos uma tendência. Considero, algo até natural que é, dar uma parada, aproveitar a pausa, e dar uma olhada para trás. Fazer uma reflexão, ou auto-avaliação.
Claro, que para tudo existem as exceções. E, não poderia ser diferente. Haverá sempre, os que dirão que olhar o fim de cada ano, dessa forma, não passa de ilusão, de abstracionismo. Seria aqueles que enxergam a existência, como algo uniforme, sem etapas, sem divisões.
A maioria de nós acredita, nessa coisa do misticismo. E querer saber sobre o desconhecido, sobre o que ainda estar por vir. Há nessa ocasião, a busca com mais intensidade pelas crenças, convicções, pela fé. Os mais céticos, se restringem a rever o que andou fazendo. E a partir disso, ver o que dá pra fazer, daqui pra frente, com o que ainda se tem.
Haverá os que farão questão de passar a última noite do ano, em determinado lugar, que pode ser em casa, no seu quarto, na sua cama, apenas rezando. Outros preferirão as praças, os bares, a companhia de amigos, familiares etc. Haverá quem busque um templo, uma praia deserta, o alto de uma montanha. Também têm aqueles que escolherão a roupa que irão vestir. Com relação a cor, o branco, que simboliza a paz; amarelo riqueza; verde, esperança; azul, saúde; rosa, amor; vermelho, paixão; laranja, felicidade; roxo, criatividade. Tem deles que inclusive a peça íntima precisa ser daquela cor.
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Colunitas: ANDAR SEM RUMO.
LiteraturaFábio Soares Campos 19/12/2025 - 20h 10min Acervo do autor
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