Em um breve balanço que fizemos aqui na internet, deu pra ver que, nesse novo século e milênio, em que nos encontramos, de pouco mais de 20 anos. Em todos os continentes habitados do nosso planeta, contabilizam-se a ocorrência de prisão de presidentes, e chefes de estados.
Um deputado federal num jornal “Brasil 247”, em que é colunista, sobre a questão da prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, teria afirmado,: “nada [temos] a comemorar”. Realmente, senhor, Reimont Otoni [PT-RJ], no campo da política, é muito provável que, nada tenhamos a comemorar.
Diferente de outras esferas sociais. Para nós santanenses, no campo artístico, por exemplo, é motivo de muito orgulho, ter o nome de uma santanense indicado para enredo oficial, da escola de samba Tradição, para o carnaval de 2026 no sambódromo [na Sapucaí], do Rio de Janeiro. Também, receber uma comitiva de Angola - África, no dia da Consciência Negra 20/11, nos 330 anos da Resistência Negra, na Serra da Barriga- União dos Palmares - Alagoas. Isso sim, para nós, são motivos pra comemorar.
Mas, vamos ao que interessa-nos, que é nos aventurarmos pelos caminhos das palavras. De onde será que vem a palavra presídio (substantivo)? Tão parecida, diga-se de passagem, com preside (3ª pessoa, singular do verbo presidir). Tudo a ver com presidência. E penitenciária? Esta aqui, nos remete a penitência. Clausura, e prisão, teriam algo a ver com Mosteiro, monastério, e ministério?
“Sub tuum Praesidium. Do Latim, significa: “A baixo de tua Proteção”, é um hino cristão. Uma das mais antigas orações Marianas, conhecida e entre os hinos preservados mais antigos, a Santa Virgem Maria. Fonte: Wikipédia.org.br”
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Colunistas: SUB TUUM PRAESIDIUM
LiteraturaFábio Soares Campos 26/11/2025 - 20h 10min Acervo do autor
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