Na atualidade, a maioria das pessoas que dizem me conhecer, me “vê” apenas e tão somente como padre.
Sintetizando o que já fui ou sou, já carrocei na feira, já fui vendedor de porta em porta, já fui coroinha, já vendi picolés, fui engraxate, serviços gerais de um bar, balconista de loja de ferragens, de padaria; já fui bancário. Já fui professor de História, Estatística, Processamento de Dados, Introdução a Filosofia, Metafísica-I (Ontologia), Metafísica-II (Filosofia da Religião), Filosofia da Ciência, Interpretação de Textos, Organização Social e Política Brasileira (que hoje não existe mais no currículo escolar) e monitor de Filosofia da Linguagem. Fui, também, Vice-Reitor do Seminário São Cura d’Ars da Diocese de Palmeira dos Índios. Além disso, sou escritor e gosto de filosofar sobre os enigmas da vida... Atualmente ainda acho tempo para cursar Nutrição.
De vez em quando recordo-me de alguns fatos que aconteceram em momentos vividos nesses múltiplos ofícios.
Um deles que até hoje ainda não desceu ao “porão de minha consciência”, por isso, vira e mexe recordo-me, aconteceu quando era professor de Interpretação de Texto no Seminário São Cura d’Ars da diocese de Palmeira dos Índios.
Passava das 14h, dava aula no auditório do Seminário para uma turma de seminaristas. Para não ficar na monotonia do texto escrito, já que o conteúdo daquela tarde era sobre “figuras de linguagem”, pedi que os alunos ouvissem a música “Imbalança”, de autoria, se não me engano de Luiz Gonzaga e Zé Dantas, interpretada pela Banda Metrópole (ouçam no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=8aO0kSI4KiA). A ideia era após eles ouvi-la, eu distribuir o texto escrito e abrir um debate entre eles, sob minha orientação, claro.
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Colunistas: MEMÓRIAS – LECIONANDO INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS
LiteraturaPor Pe. José Neto de França 03/01/2022 - 19h 47min Arquivo do autor
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