Barão da Ribeira do Ipanema é homenageado com a crônica INTÉ!

Cultura

Por Ulisses F. Braga

Ao final da primeira metade sessentista, aportei na hospitaleira Santana do Ipanema, no sertão das Alagoas, rica em história e em cultura.

Repleto de ímpetos desbravadores e da arrogância natural da juventude, logo me lancei ao reconhecimento da cidade, da região e, claro, de suas gentes, que sempre mereceram o meu mais sincero interesse. Foi assim que, além do amor que paulatinamente desenvolvi por aquela urbe, vim a constituir colendo grupo de companheiros. Terminamos, quase todos, atados pelos imperecedouros laços da amizade.

Dois ou três meses depois, ainda tateando em nomes e feições ? péssimo fisionomista que sou ?, em um dos costumeiros encontros fimdesemanescos que promovíamos no nosso aprazível clube, vim a conhecer uma pessoa que logo se tornaria um fraterno amigo. Chamava-se José Peixoto Noya, descendente, por parte de sua mãe Marinita, do Marechal Floriano Peixoto, aspecto, aliás, do qual jamais se vangloriou. O pai, Darras Noya, figura ímpar, chamava-o simplesmente José. Nós, Zé Neto.

Com a chegada do século XXI, alguém resolveu cognominá-lo ?Barão?. Até hoje não consigo atinar com o porquê, já que não era, de modo algum, dado a fidalguias que tais.

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