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22/03/2011 - 08h 00min
Canal do Sertão

Alagoas deve ganhar mais R$ 350 milhões para o Canal do Sertão

Ministro Fernando Bezerra esteve em Alagoas para conhecer demandas na área de infraestrutura (Fotos: Neno Canuto)
Cadu Epifânio - Agência Alagoas

Acréscimo de recurso será poposto pelo ministro da Integração Nacional, que conheceu o andamento das obras do Canal e outras demandas de infraestrutura durante reunião com o governador

O Ministério da Integração Nacional vai propor um acréscimo de R$ 350 milhões para o Canal do Sertão. Este é o saldo da reunião de trabalho entre o governador Teotonio Vilela Filho e o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, que aconteceu nesta segunda-feira (21), no Palácio República dos Palmares. “A hora é agora”, comemorou o governador.

O ministro veio a Alagoas para ouvir do Governo quais são as obras prioritárias para o Estado, no tocante das demandas de infraestrutura. Das três apresentadas: Canal do Sertão; contenção da Grota Bom Jesus, no Complexo Habitacional Benedito Bentes; e a readequação e conclusão do Sistema Meirim/Pratagy, o governador Teotonio Vilela apontou como prioridade máxima a conclusão das obras do Canal do Sertão.

“O Canal do Sertão é o símbolo da redenção do Estado. Não é somente água para o plantio, é dignidade para o sertanejo e garantia de vida para o povo das redondezas. É a principal obra hídrica de Alagoas”, destacou o governador.

Segundo o ministro Fernando Bezerra, o momento é de confirmar as prioridades do governo federal, o que vem sendo repassado aos gestores estaduais. “Estamos conhecendo a visão do Estado e as prioridades para elencar recursos”, frisou.

O ministro e sua equipe conferiram a apresentação feita pelo engenheiro-chefe do Canal do Sertão, Ricardo Aragão, onde foram apresentados os detalhes e o andamento da obra. Foi assegurado ao governador e ao ministro que em outubro deste ano será inaugurado o primeiro perímetro irrigado do Canal, que abrange Pariconha, Delmiro Gouveia e região.

“São 3.200 hectares e 497 famílias beneficiadas pela obra”, ressaltou o engenheiro. Ricardo Aragão lembrou que o Estado tem assegurados R$ 330 milhões para a conclusão dos demais perímetros.

O ministro sugeriu ao governador que o modelo de irrigação utilizado pelo Canal do Sertão tenha um perfil moderno e que agregue parceiros. O modelo deve agregar empresas de agronegócios e viabilizar a geração de renda na região, pois este modelo de irrigação, segundo Bezerra, deve oferecer assistência técnica, tecnologia, crédito e sustentabilidade, tanto aos pequenos produtores como aos demais envolvidos.

Fernando Bezerra tranquilizou o governador e garantiu que a obra está nas duas edições do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 1 e 2), e ainda assegurou que vai pleitear R$ 350 milhões para a obra junto ao governo federal.

“O interesse do ministro e da presidenta Dilma no combate à mortalidade infantil tem tudo a ver com a nossa causa. O Canal do Sertão reflete diretamente nisso. Temos tudo para fazer uma obra magnífica. A hora é agora para o Canal do Sertão”, completou Teotonio.

Reunião com o ministro da Integração Nacional aconteceu nesta segunda-feira, no Palácio República dos Palmares
Demandas - O ministro ainda manifestou o interesse de retomar obras alagoanas que estão paralisadas em Alagoas pelos órgãos de controle e fiscalização da União, como a Macrodrenagem do Tabuleiro do Martins.

Dentro das possibilidades do governo federal, algo mais pode ser desenvolvido em Alagoas. Fernando Bezerra anunciou que a presidenta Dilma

Rousseff lança, entre os dias 12 e 13 de abril, um programa de reestruturação de política nacional de Defesa Civil. “Estamos de olho em obras feitas em áreas de alto risco. Pretendemos previnir catástrofes como enchentes e deslizamentos. O governo federal vai aconselhar aos estados uma relocação de obras e, por sua vez, de recursos”, explicou Bezerra, que listou as obras da Reconstrução de Alagoas e Pernambuco.

“É necessário um mapeamento das áreas de alto risco, pois dentro de 30 dias este plano deve ser lançado e certamente será financiado pelo PAC 2. Tais recursos devem ser gerenciados pelo Ministério da Integração, não mais pelo Ministério das Cidades”, salientou o ministro.

Na reunião, ainda foi levantada a dinamização do processo de saneamento básico dos municípios da Bacia Hidrográfica do Baixo São Francisco. De acordo com o governador Teotonio Vilela, 70% das obras estão em andamento ou já concluídas. “A exemplo de Batalha, que está com seu saneamento básico concluído, outros municípios serão beneficiados”, afirmou. Foi então que o ministro disse que para a região estão disponíveis R$ 100 milhões, via Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Paraíba (Codevasf), exclusivamente para saneamento básico, oriundos do Programa de Revitalização do São Francisco.

Estiveram na reunião também os secretários de Estado da Infraestrutura, Marco Fireman, e o adjunto, Fernando Nunes; dos Recursos Hídricos, Ivã Vilela; deputado Federal Givaldo Carimbão; Augusto Wagner, secretário de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração, e Ramon Rodrigues, também do Ministério e futuro secretário de Irrigação Nacional.

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