PARA DEUS TUDO É POSSÍVEL- Santana do Ipanema - segunda, 19 de fevereiro de 2018

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23/01/2018 - 10h 20min
Sa√ļde

Colaboradores aprendem como reconhecer e agir em casos de parada cardiorrespiratória

Equipes da Arquitetura e da Comunicação do hospital participam de treinamento em suporte básico de vida (Fotos: Assessoria)
Por Theodomiro Jr. - ASCOM Santa Casa de Maceió

O que você faria se alguém ao seu lado, de repente, tivesse uma parada cardiorrespiratória? E se fosse um paciente, um amigo, colega de trabalho ou mesmo um desconhecido?

a) Colocaria a pessoa em um carro e levaria até um hospital?;

b) Chamaria o SAMU e ficaria ao lado da pessoa só observando?;

c) Verificaria o pulso, a respira√ß√£o e, n√£o existindo estes sinais vitais, iniciaria compress√Ķes tor√°cicas at√© o SAMU chegar e encaminhar para o hospital?

Acertou quem escolheu a opção C.

Equipes da Arquitetura e da Comunicação do hospital participam de treinamento em suporte básico de vida



Como não é possível prever uma emergência, a Divisão de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Maceió vem realizando diversos treinamentos nos setores assistenciais do hospital abrangendo também os setores administrativos.

Idealizado pela cardiologista Alayde Mendonça Rivera, gerente de Ensino e Pesquisa da instituição, o Treinamento em Suporte Básico de Vidas (BLS) desta semana ocorreu na sala da Arquitetura, reunindo também a equipe da Assessoria de Comunicação.

A enfermeira e supervisora da Divisão de Ensino e Pesquisa Andreza Andrade vem orientando os colaboradores sobre como identificar uma parada cardiorrespiratória e como realizar as manobras de suporte básico de vida.

O treinamento consiste na apresenta√ß√£o te√≥rica, seguida de demonstra√ß√£o com boneco pr√≥prio e simula√ß√Ķes de atendimento. Os participantes realizaram compress√Ķes e ventila√ß√Ķes (respira√ß√£o boca a boca ou usando o instrumento de ventila√ß√£o manual de uso hospitalar chamado ambu).

A rela√ß√£o de compress√Ķes na ressuscita√ß√£o cardiopulmonar em adultos s√£o de 30 compress√Ķes, seguidas de 2 ventila√ß√Ķes, sempre contadas em voz alta para n√£o se perder a contagem.

A literatura m√©dica estima uma redu√ß√£o de 10% na sobrevida do paciente em parada cardiorrespirat√≥ria a cada minuto que o indiv√≠duo permanece nessa condi√ß√£o. Por isso, √© preciso manter a circula√ß√£o sangu√≠nea por meio das compress√Ķes tor√°cicas pelo tempo que for necess√°rio at√© que o socorro m√©dico chegue.
Colaboradora (esq.) prepara-se para usar o ambu, instrumento hospitalar de ventila√ß√£o mec√Ęnica para pacientes

O que fazer em caso de parada cardiorrespiratória

Para realizar as manobras de ressuscitação cardiopulmonar é preciso ajoelhar-se ao lado da vítima, colocar as duas mãos uma sobre a outra com os dedos entrelaçados e manter os braços esticados, realizando massagem no centro do tórax, na altura da linha mamilar, afundando o tórax entre 5cm a 6cm, retornando à posição inicial.

Como as massagens são cansativas é importante existir o revezamento com outras pessoas que estejam presentes, sem parar, checando o pulso após 5 ciclos das manobras. A ventilação (boca-a-boca ou com ambu) deve ser realizada com o nariz do paciente fechado, a cabeça um pouco deslocada para trás e nem muito forte, nem muito fraca.

‚ÄúNessas condi√ß√Ķes n√£o se pode desistir do ser humano que est√° em parada cardiorrespirat√≥ria, sendo preciso a realiza√ß√£o de compress√Ķes fortes e r√°pidas sem parar, pois enquanto as manobras estiverem sendo realizadas, busca-se o retorno √† circula√ß√£o espont√Ęnea com o m√≠nimo de dano neurol√≥gico‚ÄĚ diz a enfermeira Andreza Andrade, instrutora do projeto.

‚ÄúA capacita√ß√£o dos profissionais que atendem √†s situa√ß√Ķes de emerg√™ncia em qualquer unidade de atendimento de um grande hospital, como a Santa Casa de Macei√≥, √© uma garantia de maior sobrevida, com menos ou sem sequelas‚ÄĚ, comentou Alayde Rivera.

Metade dos √≥bitos ocorre em locais p√ļblicos

Metade dos √≥bitos por doen√ßas card√≠acas ocorrem em locais p√ļblicos. Aproximadamente 3,5 milh√Ķes de brasileiros morreram no Brasil entre 2004 e 2014 v√≠timas de doen√ßas cardiovasculares, afec√ß√Ķes do cora√ß√£o e da circula√ß√£o, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia em levantamento junto ao Datasus.

S√£o nada menos que 350 mil √≥bitos de homens e mulheres. √Č como se todos os anos ca√≠ssem 410 avi√Ķes Airbus 380, o maior avi√£o comercial do planeta. Essas mortes equivalem tamb√©m a toda a popula√ß√£o dos munic√≠pios alagoanos de Arapiraca, Rio Largo e Maragogi juntos.

Metade dessas mortes ocorrem em resid√™ncias ou em ambientes p√ļblicos como shoppings, aeroportos, est√°dios, dentre outros, e a outra metade em ambiente hospitalar.

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