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10/01/2018 - 21h 48min
Cultura

Colunistas: Doutor e Vaidade - Por Djalma de Melo Carvalho

(Fotos: Arquivo Maltanet)
Por Redação

Tornar-se vaidoso será a mesma coisa que se sentir importante no meio social, em sociedade, em qualquer lugar. O sentir-se importante terá semelhança com orgulhoso, conceito de si próprio dosado de certo exagero. Empáfia mesmo.
A escritora, pensadora e advogada, Larissa Foresto disse: “Vaidade é uma máscara, um véu sobre o vazio. A vaidade física esconde rugas, a intelectual, as inseguranças.”
O autor de Eclesiastes, Qohélet, o pregador, ou rei Salomão, filho de Davi, criticava bens, como a sabedoria, riqueza, fama, longa vida, e mostrava que, como fonte de felicidade, cada uma dessas coisas era vaidade, isto é, ilusão, aflição de espírito. Dizia, portanto, que “Vaidade de vaidades, tudo é vaidade”.
Voltando ao título desta conversa, encontro no mestre Houaiss o seguinte texto sobre o vocábulo “doutor”: “Título que, por cortesia (sic), se costuma dar àquele que é diplomado em curso superior, especialmente em medicina.”
Em regra, como dito acima, todo aquele graduado em curso superior poderá ser chamado de doutor, mas ressalte-se: por cortesia.
Entretanto, segundo o mesmo dicionarista, doutor, de verdade, será o título de quem, numa universidade, terá sido “promovido ao mais alto grau depois de haver defendido tese em alguma disciplina literária, artística ou científica (doutor em direito, em música, em medicina)”. Assim é definitivamente correto dar-se o título de doutor somente àquele que completou o doutorado, após o mestrado, com conclusão condicionada à apresentação de tese. Claro, aí se incluem os magistrados.

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