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21/12/2017 - 17h 50min
Saúde

Médicos celebram 20 anos da 1ª ablação em Alagoas para tratamento de arritmia cardíaca

(Fotos: Assessoria)
Por Theodomiro Jr. - ASCOM Santa Casa de Maceió

Alagoanos passaram a contar com novas técnicas e tecnologias de prevenção à morte súbita e insuficiência cardíaca

Os cardiologistas e eletrofisiologistas da Santa Casa de Maceió comemoram os 20 anos do primeiro tratamento de arritmia cardíaca em Alagoas. A técnica é conhecida entre os médicos como ablação, que quer dizer retirada de um órgão, tecido ou parte deste.

Na prática, a ablação é uma forma de tratamento que consiste na introdução de eletrodos pela via femural até determinadas regiões do coração. Através desses cateteres é realizada a cauterização (e eliminação) do tecido responsável pelas arritmias cardíacas.

No final dos anos 80 e início dos anos 90 existiam outras formas de energia para fazer a cauterização. Entre elas a eletrofulguração (uso de centelha elétrica em alta frequência). Com o surgimento da energia de radiofrequência, esta técnica foi abandonada.

As taquiarritmias, em sua grande maioria, podem ser tratadas através da ablação. Trata-se de uma técnica minimamente invasiva, onde o paciente é sedado, com anestesia local, porém permanece consciente durante todo o procedimento. A alta ocorre no mesmo dia. A ablação alcança altos índices de resolutividade, com algumas arritmias alcançando 100% de sucesso no tratamento. Outras, porém, como a fibrilação atrial, têm mais dificuldade no seu controle.

Pioneirismo

Em meados de 1997 e 1998, a Santa Casa de Maceió realizou o primeiro estudo eletrofisiológico de Alagoas. A técnica consiste na introdução de cateter para o diagnóstico da taquiarritmia. O estudo eletrofisiológico antecede a ablação, sendo utilizado em casos de desmaio, palpitações, taquiarritmias etc.

“A arritmia cardíaca não tem idade. Pode acontecer em crianças, jovens, adultos e idosos. É importante destacar que a Santa Casa de Maceió também é pioneira no tratamento de crianças com arritmia”, comentou o cardiologista Edivaldo Xavier, citando inclusive o caso complexo de uma criança, que ganhou vida nova esta semana após ser operada no hospital.

Primeiros cardiodesfibrilador e ressincronizador cardíaco fizeram história em Alagoas


Outro marco importante para os médicos alagoanos foram os progressos no que diz respeito à prevenção da morte súbita com o implante do cardiodesfibrilador (CDI), o popular marca-passo.

Em meados de 1998, a equipe da Santa Casa de Maceió realizou o primeiro implante de cardiodesfibrilador em Alagoas em paciente portador de doença de Chagas.

Outro marco importante foi o sucesso do primeiro implante de ressincronizador cardíaco (RC), realizado em 2005, também no hospital alagoano.

O RC é um dispositivo implantável que tem a finalidade de tratar a insuficiência cardíaca e prevenir a morte súbita, corrigindo bloqueios existentes no coração e melhorando os movimentos de contração cardíaca.

“Hoje a Santa Casa é um dos hospitais de maior experiência no implante deste dispositivo, tirando da fila de transplante cardíaco vários pacientes que, sem esse tratamento, não estariam sequer em condições normais de viver. Então a Santa Casa tem muito a comemorar”, diz o cardiologista Edivaldo Xavier.

Vale destacar também a atuação do ambulatório de arritmia cardíaca, que existe desde 1998 ininterruptamente e que, somente este ano, bateu recorde ao atender mais de 1300 pacientes do Sistema Único de Saúde.
Para tanto, a Santa Casa de Maceió investiu num ambulatório de insuficiência cardíaca e de prevenção de morte súbita e de arritmia cardíaca, funcionando na Santa Casa Poço.

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